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27 de abril de 2017

EXEMPLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A HUMANIDADE E OS DEVAS - SILFOS



Purificando a atmosfera de uma cidade


Cotswolds


26 de agosto de 1926


Diante de nós se estende uma ampla paisagem por 50 a 65 km até as distantes montanhas de Gales; por trás e acima das montanhas o sol se põe em um fulgor dourado. Os campos celestes são povoados com incontável número de silfos, voando como grandes gaivotas de corpo humano através do céu. Um “exército” de silfos está concentrado acima da cidade que é visível a cerca de 13 ou 15 km de distância, com sua antiga torre da catedral elevando-se altaneira em sua atmosfera fumacenta. A aura astral da cidade se assemelha a uma grande bolha, como se soprada de baixo para cima; ela envolve a cidade até cerca de 350 metros no ar acima; no interior sua atmosfera astral é escura, e sua cor se escurece ainda mais à medida que se aproxima do chão; pesadas nuvens de marrom se mesclam com listras de vermelho fosco e verde escuro, em alguns lugares como manchas que flutuam frouxas, em outros são concentradas e fixas. Todos os tons mais refinados e agradáveis sobem ao topo, criando um falso céu, uma espécie de abóbada de azul, rosa e verde-maçã.

Da catedral jorra para o ar uma fonte de luz e poder; dela também brilha luz para as vizinhanças. Os silfos trabalham nos estratos inferiores, no nível das casas, o qual é escuro por todas as ruas. Estes seres radiantes de luz e beleza, de pura brancura e aérea vitalidade, mergulham através da bolha, até dentro dos escuros pântanos de egoísmo e vício. Sua presença os agita e força a circular, e então eles carregam a matéria grosseira em suas auras, todos sujos e emporcalhados, até alto no ar, subindo com lentidão como se sofrendo; voam alto, alto, até a periferia, gradualmente expandindo suas asas áuricas e dissipando o lodo pantanoso e asfixiante.

Observando um deles parado na atmosfera, dissipando a névoa escura, vejo-o meditar: ele passa a um êxtase, sua face brilha em júbilo através da sombra do fardo que ele carrega; então ele atrai poder de cima, que desce por sua cabeça e perpassa todo o seu corpo com sua eletricidade; o poder energizante é tão grande que revitaliza sua aura, de modo que o jogo de suas forças é estimulado e as correntes de poder áurico gradualmente recuperam seu vívido fluxo do centro para fora, dispersando no espaço o mal astral que voluntariamente absorveu.

Cotswolds - England

Deste modo eles trabalham, em centenas, lembrando-me os mineiros que descem no túnel de onde emergem sujos e escurecidos; deste modo os silfos clareiam a atmosfera astral da antiga cidade, literalmente varrendo suas ruas e casas; em certas áreas onde eles tiveram algum sucesso, eles liberam e dirigem correntes de energia nos lugares escuros, como bombeiros abrindo as mangueiras contra o fogo.

Presidindo sobre eles em seu trabalho está o Gênio desta grande planície (um Deva Superior), um Deus angélico de uma forma humana titânica. Sua presença e poder se imprimem sobre toda a região que ele governa. Ele próprio é visível no plano mental, com sua face impassível, divinal em sua calma, majestosa e completamente serena.

Autoridade e estabilidade o caracterizam. Sob suas ordens trabalham seus “súditos” aéreos, os radiantes silfos de “pés silenciosos”. Um vasto exército, como vimos, trabalha pelos homens na aldeia, na vila e na cidade; outros o fazem pelo reino vegetal que embeleza a planície, enquanto que ainda outros são vistos brincando em jogos aeronáuticos angélicos, rodopiando, ondulando e disparando através do céu.



Fonte: Livro original: Fairies at Work and at Play. Tradução: O Reino Das Fadas – Geoffrey Hodson - Primeira Edição em 1927 - The Theosophical Publishing House - (Londres).

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Lindíssimo relato através da mediunidade de Geoffrey, vemos o quão importante é o trabalho desses seres conhecidos como Silfos e o Deva que dirige suas atividades, é interessante ressaltar que a Bondade Divina sempre encontra uma forma de nos demonstrar Amor, Misericórdia, Perdão, Compaixão, Evolução e Fraternidade. Imensa Gratidão a todos esses amados seres por vossos trabalhos de Luz.

Bênçãos!

Namastê!


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