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28 de fevereiro de 2018

RELATO - O ESPÍRITO DA CACHOEIRA



Lake District (Reino Unido). Junho de 1922.

"Estou num caramanchão* de samambaias e rochas, um verdadeiro reino da fantasia. O espírito da cachoeira surge ocasionalmente sob a forma de uma mulher nua, de tamanho natural e singular beleza. Ela se distingue por alguns detalhes da ondina já observada; é muito maior do que os exemplares até agora vistos, possui inteligência mais desenvolvida e é alada. Parece incorporar-se às rochas, às samambaias e aos musgos, bem como à própria cachoeira. Quando foi vista pela primeira vez, ela saltava para fora da rocha maciça - uma figura de esplêndida beleza - após o que pairou no ar por alguns instantes e, em seguida, desapareceu. Tal sequência foi repetida diversas vezes e, visível ou não, a sua presença pode ser sempre nitidamente sentida.

Sua figura é formosa, nela predominando o rosa-claro. Sugere uma estátua de mármore trazida à vida. Os cabelos são claros e lustrosos, a fronte alta, os traços maravilhosamente proporcionais, os olhos grandes e brilhantes e, embora a sua expressão tenha alguma coisa do espírito das feras, o seu olhar não é desagradável. As asas, que parecem originar-se à altura das omoplatas, são pequenas em relação ao resto do corpo e seguramente não serviriam ao voo, se fosse este o seu propósito; são também de cor rosa-claro. Ainda mais impressionante é a auréola, em forma de arco-íris, que a rodeia, tal como um halo solar. Tal auréola possui um formato quase esférico e consiste de faixas concêntricas e uniformemente distribuídas com matizes suaves, porém, intensos. As suas cores são inumeráveis e pulsam com muita rapidez para que eu possa distingui-las, mas pelo visto abrangem todo o espectro, desde os tons mais fracos, com uma possível predominância do rosa, do verde e do azul. Algumas faixas coloridas são guarnecidas por uma chama dourada, além da qual uma irradiação intermitente de branco e nácar (perolada) proporciona uma beleza suplementar. Saindo da cabeça, um potente fluxo de energia interfere com a aura, gerando uma irradiação em forma de leque. Tal fluxo parece provir de um ponto localizado no centro da cabeça, onde existe um núcleo dourado e brilhante, um pouquinho abaixo do nível dos olhos e a igual distância deles. O contato com semelhante criatura constitui uma iluminação, e eu gostaria de poder encontrar palavras para descrever não apenas o esplendor de sua aparição, como também o maravilhoso sentimento de exaltação e autenticidade que ela proporciona. O lugar vibra com a sua energia."

(Um pouco mais tarde)

Ela reaparece: desta vez, traz um cinturão incrustado de pedras preciosas, cujas extremidades se cruzam e caem sobre o flanco esquerdo. Tais pedras não se assemelham à jóias nenhuma do nosso conhecimento, sendo grandes e apresentando uma luminosidade intermitente; o cinturão é feito de um material que emite uma vaga luz, apresentando o aspecto de uma cota dourada de textura extremamente fina."



*caramanchão: é uma estrutura leve construída em parques ou jardins, geralmente de madeira, que se pode cobrir de vegetação e usar para descanso ou recreação; caramanchel.


Fonte: Livro O Reino dos Devas e dos Espíritos da Natureza - Geoffrey Hodson. Editora Pensamento. Tradução de Hugo Mader. Título do original: Fairies at work and at play.


26 de fevereiro de 2018

TÉCNICA COM MANJERICÃO PARA CLAREZA MENTAL E PAZ INTERIOR




Uma técnica simples e muito poderosa, confira no vídeo abaixo com a Amanda Dreher do Meditar transforma.




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Mais informações sobre o Manjericão, Fitoenergética, e propriedades medicinais, no link abaixo:



LEMUEL - "A NATUREZA É PRÓDIGA EM DOAÇÕES"



Sugestão de música para acompanhar a leitura:



Filhos da Luz, discípulos e homens da Terra,

Os reservatórios da Natureza são verdadeiros santuários ecológicos. O homem, ao adentrar nestes locais, deveria estar investido de reverência, de sentimento de gratidão para com todos aqueles seres invisíveis aos seus olhos físicos e, principalmente, gratidão ao Grande Construtor Cósmico que tudo criou e doou, para que a sua criatura desfrutasse disso, como alimento para o corpo e para o espírito.

Nestes locais santificados, aonde a sanha especulativa ainda não chegou, há grande concentração de prana que favorece a todos aqueles que o absorvem, com uma sensível recuperação orgânica. A Natureza é, também, pródiga em doações de paz, de silêncio e junto a ela a  humanidade poderá encontrar a força necessária à efetiva realização de virtudes, imprescindíveis para aqueles que, realmente, desejam atingir o “Centro Sagrado” em seu Crístico Coração.

Esses espaços devem ser preservados, cuidadosamente, pelo homem.

A vós, Devas e elementais, engenheiros e operários sustentadores autênticos das formas para o plano físico, hoje reforçamos o nosso apelo: Olhai com compreensão e tolerância para a ignorância sobre as Leis Divinas e a temível inconsequência de uma raça que, apesar dos avanços tecnológicos, ainda sofre toda sorte de adversidades e que, sabemos, só serão sanadas quando os raios higienizadores do Cristo, começarem a aquecer a substância fértil de suas mentes e corações.

Sabemos que as mágoas causadas a vós, prestimosos trabalhadores, são muitas e grandes. Porém, elas devem ser encaradas como características daqueles que não sabem o que fazem e, portanto, merecem a compreensão e o perdão de todos vós que habitais nos reinos da natureza.

Todos os grupos idealistas que se unem e clamam em favor da Terra e de todos os seus ecossistemas, exercem uma salutar influência entre os companheiros da jornada terrena. Porém, reconhecemos que ainda são poucos os resultados positivos em favor da Mãe Terra e de todos os que Ela abriga. 

A humanidade carece, hoje, de lideranças autênticas. De homens e mulheres que além de idealistas, lutadores sinceros e desprendidos, sejam autênticos faróis de Luz sobre as “montanhas da vida”.

Mais do que nunca, almejamos que o homem e seus irmãos da natureza se integrem, deem as mãos para o bem do planeta Terra, facultando, assim, uma maior e melhor preservação da espécie, legado legítimo para as gerações futuras. Também desejamos que a valorização da vida humana seja reconsiderada e que, todos irmanados neste ideal, trabalhem para o bem de todos. Havendo pureza de coração e lealdade de propósitos, todos sairão ganhando nessa autêntica cruzada pela vida.

Abençoo-vos meus leais e incansáveis irmãos trabalhadores, vós, Seres Elementais, guardiões autênticos das formas vivas na Terra.

Abençoo-vos Meus amados comandados, amorosos Devas, legítimos construtores das formas cujos arquétipos vos são doados pela Inteligência Divina.

Abençoo-vos homens, discípulos e filhos de Deus, servidores da Luz Maior, renovando a esperança de ver o planeta livre das mazelas que lhe impuseram as mãos e de ver todos vós, homens, vivendo e trabalhando cristãmente, guiados pela Luz da Poderosíssima Presença Eu Sou - o Cristo no coração de todos vós.


LEMUEL

Representante Cósmico dos Grandes Devas da Natureza e Seres Elementais.



Fonte primária: Livro ”Aprendendo com os Mestres X e XI” – Djwal Khul.

Fonte secundária: http://www.fogosagrado.com/ensina117/natureza.asp

Bênçãos sempre!


24 de fevereiro de 2018

TRIGUEIRINHO - "AS PLANTAS, AS FLORES, E NÓS"




Saudações Dévicas! Palestra de Trigueirinho sobre o Reino Vegetal, falando mais sobre as flores e sua relação com o Reino Humano, uma palestra elucidativa com muito conhecimento e chaves de sabedoria e cooperação.


"José Trigueirinho Netto, filósofo espiritualista, é idealizador e fundador da Comunidade-Luz Figueira, um dos membros fundadores da FRATERNIDADE – FEDERAÇÃO HUMANITÁRIA INTERNACIONAL, e cofundador da Ordem Graça Misericórdia. É autor de 81 livros publicados originalmente em português, pela Editora Pensamento, e em espanhol, pela Editorial Kier.

Além dos livros, Trigueirinho tem sua mensagem registrada em mais de 2 mil palestras gravadas ao vivo e publicadas pela Irdin Editora. Coloca-nos em contato com aspectos de uma nova consciência e impulsiona-nos a viver uma vida fraterna, de paz e harmonia com o Universo."

Toda a obra de Trigueirinho não tem finalidade lucrativa e pode ser acessada gratuitamente. Quanto aos livros, são disponibilizados a preço de custo pela Irdin Editora.


Fonte: http://www.irdin.org.br/site/produto/001627/?post_type=product&_sf_s=flores

http://www.trigueirinho.org.br/

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Gratidão!

20 de fevereiro de 2018

RELATO - "OBSERVANDO A SUBIDA DA MARÉ"




Abril de 1922.

Como sucedeu em outras ocasiões, estou impressionado com o fato de que, até onde a vista alcança, ao longo da costa ou ao longe no mar, o espaço aéreo se mostre tão densamente povoado por incontáveis espíritos da Natureza das mais variadas fases de linha evolutiva, desde a criaturas menores, de aspecto humano, que brincam nas ondas, passando pelas variedades maiores de espíritos do mar (alguns dos quais assemelham-se a peixes e mesmo a pássaros, embora geralmente apresentem cabeça e tronco humanos), até os grandes devas, com sua calma majestosa, em suas paragens de alto-mar.

Como já dissemos anteriormente, parece que, à medida que aumenta a vitalidade elétrica com a subida da maré, as hostes de espíritos do mar se recobrem com matéria etérica, a fim de partilhar mais intensamente do magnetismo revigorante e vitalizador que é gerado e se manifesta à proporção que o nível das águas sobe mais e mais.

Quando sobrevém a calmaria relativa do baixo-mar, eles se retiram para o plano astral, onde vão desfrutar as sensações estimulantes por que passaram a aguardar ansiosamente a nova mudança da maré, para uma vez mais repetir os processos revitalizantes que, em larga escala, confundem-se com a sua própria vida. É possível, para cada um de nós, reproduzir, no íntimo, um pouco deste formidável êxtase, observando-os e esforçando-nos para unir a nossa consciências à deles.

Este processo de auto-exaltação, que é por eles continuamente repetido, parece desencadear-se a uma certa distância no mar, de onde eles se precipitam, com rapidez incrível, até a linha de rebentação para aí entrar em contato com o magnetismo da maré, que se irradia para o alto e para baixo, enquanto dura a subida das águas, aumentando de intensidade e potência à medida em que o nível da preamar é alcançando.

Ingressando no campo magnético, eles se tornam visíveis na forma humana, quase sempre impressionando o olho físico por meio de clarões de luz branca; então, passam a avançar lentamente, absorvendo o magnetismo e experimentando uma sensação de intenso prazer, até que seja alcançado um estado em que mesmo os seus organismos etéreos nada mais podem conter; sobrevém uma pausa momentânea, na qual o rosto externa a alegria mais radiante e vital e todo o ser é envolvido por uma auréola luminosa, algo como uma descarga elétrica. Quando o ponto de saturação é alcançado, a energia se dissipa totalmente; a criatura deixa então o campo de visão etérica num estado de letargia onírica e uma vez mais se retira para o plano astral.

Durante este processo, o corpo astral chega a expandir-se até o dobro de seu tamanho natural (que, por sua vez, é duas vezes maior do que o corpo denso); ele é enormemente estimulado pela experiência, cujo efeito parece perdurar por um tempo considerável. A força absorvida e descarregada torna-se afetada pelas vibrações do espírito do mar, que a especificou, tal como o prana é absorvido e especificado pelo ser humano.

Uma outra variedade de espírito do mar é aquela que se assemelha a uma enorme gaivota com cabeça humana e cujas asas, longas e alvas e em constante agitação, são formadas pela configuração áurica; elas não estão dispostas como nos pássaros, sugerindo antes dois raios recurvados de uma roda e lembrando um utensílio agrícola bastante  comum, o corta-palha, com sua grande roda e suas lâminas curvas. Tais espíritos do mar não parecem voar como os pássaros o fazem, mas giram continuamente em torno de seus próprios corpos, virando e rodopiando velozmente no espaço, de dez a quinze metros acima das ondas. Pelo visto, o espetáculo de sua exibição é contínuo, sem pausa, e com ele se divertem, porém de modo menos concentrado e sistemático do que dá a entender a descrição. Um exemplar de tamanho médio é cerca de duas vezes maior do que as gaivotas maiores. Assemelham-se bastante a roda voadoras, de cor branca, girando no espaço.

Enquanto eu escrevia estas linhas, sentado num ancoradouro a uns dez ou quinze metros acima da linha de rebentação, diversos espíritos do mar, de cor branca e aspecto humano, nos observavam; alguns erguiam-se bruscamente, pairavam por um momento no ar e olhavam, um tanto espantados, em nossa direção, como que surpresos por verem um ser humano tentando entrar em seu reino. Os seus rostos são extraordinariamente belos e de aspecto totalmente humano; nem mesmo os olhos possuem aquela expressão inumana que é tão característica a todos os tipos de devas da natureza. É difícil afirmar exatamente em que eles se distinguem de nós. A intensidade de nossas emoções parece sugerir-nos calor ou, pelo menos, fervor de sentimentos; por outro lado, nos espíritos do mar eu sinto um frio intenso, qual uma vibração de outro mundo, um mundo fisicamente frio, embora emocionalmente vivo. Lembram-me a Lua pois, no fundo, a despeito de toda a rapidez de seus movimentos e da intensidade de seus sentimentos, há neles uma frieza impassível, como se coração nenhum batesse nesta réplica quase mecânica de uma das forças da Natureza. Seus sentimentos parecem se tornar mais glaciais à medida que aumenta a sua exaltação, como se eles não passassem de materializações da eletricidade magnética. O centro da consciência parece estar localizado na cabeça, onde se manifesta sob a forma de uma chama brilhante. Não possuem nenhum corpo etérico estável, mas são capazes de assumir temporariamente um corpo, a fim de manter contatos com o plano físico.


Fonte: Livro O Reino dos Devas e dos Espíritos da Natureza - Geoffrey Hodson. Editora Pensamento. Tradução de Hugo Mader.

Título original: Fairies at work and at play.


19 de fevereiro de 2018

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 26 - CATINGA DE MULATA



EPISÓDIO 26

O episódio de hoje é sobre uma planta pouco conhecida, a Catinga de mulata, cientificamente Tanacetum vulgare, da família das Compostas, também conhecida como tanaceto, atanásia, atanásia das boticas, erva contra vermes, erva de são marcos, erva dos vermes, erva lombrigueira, palma, tanásia, tasneira e catinga de mulata.

É nativa da Europa e foi introduzida na América do Norte, provavelmente para o uso em remédios populares ou como uma planta decorativa, então foi ganhando território em outras partes do mundo também.



Contém o princípio ativo linalol como componente de seu óleo essencial. A substância é a mesma utilizada como matéria-prima para fabricação do perfume francês Chanel nº 5, um dos mais famosos do mundo.


Fitoenergética

Atua principalmente no 1º chakra e tem polaridade Yang.

É energizante do corpo físico; ajuda a ter os pés no chão; ser realista; parar de sonhar muito e fazer as coisas acontecerem, colocar em prática; ajuda no aterramento; aumenta a capacidade de reação diante de problemas; favorece a consciência e sobriedade em todos os atos.

"A Catinga de mulata é força, ação, e verdade. Te põe de volta no chão, na tua verdade, não te carrega no colo, mas te faz andar com segurança e sobriedade. Não há o que temer, mas há o que se viver, viva!!! Ela levanta o véu de nossas incertezas, ilumina, clareia nossa visão interior. Energia vital, equilíbrio da alma."

Também ajuda na limpeza do campo energético.



O chá é de fácil preparo: coloque um litro de água no forno, quando levantar fervura, desligue o fogo e adicione duas colheres (de sopa) da erva catinga de mulata. Tampe o recipiente da mistura e deixe abafado por mais ou menos 10 minutos. Em seguida, coe e espere esfriar. A dosagem correta é de duas a três xícaras do chá durante o dia.

- Infusão de 2 g de folhas secas em 200 ml de água. Tomar 2 a 3 xícaras (chá) ao dia.



Propriedades medicinais

É usada, principalmente, como vermicida. Pois a catinga de mulata é extremamente tóxica a vermes intestinais.

Ajuda as mulheres na regularização da incômoda menstruação.

Combate problemas “comuns” como taquicardia e epilepsia.

Ajuda no tratamento da asma, da gota, do histerismo, do reumatismo, da aerofagia, da bronquite e da dismenorréia.

Ameniza dores musculares, articulares e reumáticas.

Diminui as flatulências.

Trata problemas menstruais e nos rins.


Esses benefícios são para quem bebe o chá de catinga de mulata, mas a erva também pode ser utilizada em problemas externos e apresenta ótimos resultados. Alguns desses problemas externos são feridas, furúnculos, psoríase e os temidos piolhos. Só é preciso aplicar o azeite desta planta sobre a área lesionada.


Contraindicações

Quanto às contraindicações, a chá não deve ser tomado por gestantes, pois é um pouco tóxico e pode vir a ocasionar em um indesejado aborto espontâneo – e em mulheres em fase de amamentação/lactação também não é recomendado. Além disso, o uso de altas doses pode ocasionar em diversos problemas, que vão do vômito até convulsões.



Fonte: http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/catinga-de-mulata.html#.WosoGCXwbIV

https://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=3904

https://www.chabeneficios.com.br/cha-da-planta-catinga-de-mulata/

Colaboração: Daniele Schutz; e Maria Isabel (Terapeuta Fitoenergética).

DEMAIS EPISÓDIOS AQUI


16 de fevereiro de 2018

RELATO - "OS CONSTRUTORES E AS HIERARQUIAS CRIADORAS"




OS CONSTRUTORES

As minhas investigações pessoais sugerem que o processo de produção da forma é auxiliado pela ação de Hierarquias de Inteligências Criadoras — Arcanjos e suas hostes angélicas — as quais, como corporificações da Inteligência Universal, conhecem o modelo ou arquétipo e, aliando-se à força-Verbo, intensificam ou ampliam sua capacidade formativa. Estes Seres vivem nos mundos super-físicos e atuam perpetuamente como agentes modeladores da forma, de acordo com o Verbo. Deve ser entendido que os termos espiritual e super-físico não implicam em separação espacial do universo físico. A matéria em cada grau de densidade coexiste espacialmente, a menos densa interpenetrando amais densa. O laboratório da Natureza e seus "artífices", "artistas" e "químicos" se encontram no interior da substância física, algo como as ondas artesianas transmitidas pelo ar e uma corrente elétrica ao longo de um fio. Ambos, prótilo (substância primária) e protoplasma, são "carregados" do interior pela Força vital subjacente, imanente ordenadora, criadora, formadora.

No nível físico-etérico, as Hierarquias de Inteligências criadoras são sempre representadas pelos construtores menores da forma, os espíritos da natureza, os Sephiroth em miniatura, que operam instintivamente, em grande escala, atuando segundo linhas de força — estimulantes para eles — as quais formam os modelos geométricos estabelecidos no éter onipenetrante pela emitida e vibrante Força-Verbo-Pensamento.

O "VERBO"

No primeiro capítulo foi apresentado um conceito do Logos como um Músico e o processo contínuo da criação como execução de uma grande sinfonia.

Isto, "A Magna Obra", Ele a concebeu e desenvolveu nos primitivos "Dias" criadores* e talvez a aperfeiçoou no silêncio e na escuridão da intermediária "Noite" criadora.

Quando, mais uma vez, tem de haver luz, Ele "fala" e pelo poder de Seu "Verbo" traz todas as coisas à existência. Esta primeira expressão do "motivo" do novo universo é "ouvida" ou "respondida" pela matéria virgem, e aparecem gradualmente os planos da natureza com suas formas e habitantes. Nestes, o Logos verte perpetuamente Sua Vida, para que possam viver, sendo este o Seu contínuo sacrifício, a Sua eterna oblação (ato de fazer uma oferta a Deus).


O Logos ou Verbo não é em realidade palavra nem voz de Ser algum. É a Vontade pura, expressiva do presumido propósito ou intento do divino Pai-Mãe, de gerar o Universo. É o irresistível, onipenetrante, inerente impulso para a autoexpressão, expansão (donde a denominação de Brahma, da palavra sânscrita brih — expandir e crescer) e plenitude que reina no coração de toda a Natureza e toda a Criação, desde o mais elevado até o menos. É a vontade de plenitude que "ressoa" naquele momento Cósmico, quando a Ideação divina emana pela primeira vez do Absoluto como Luz-Vontade.

Através dos Dias e Anos Cósmicos que se sucedem, a Luz-Vontade chama à existência sóis, planetas e seres, em obediência à lei. Nível após nível, plano após plano, de crescente densidade, vêm à existência, e gradualmente
corporificam e evidenciam a Luz-Vontade. As Mônadas emitem seus Raios. Os seres emanam e povoam os planos. Cada vez mais profundamente penetra o Verbo-Pensamento-Vontade Cósmicos, acordando a substância dormente, forçando seus átomos a responder, incorporar e ecoar ou ressoar o Verbo-Cósmico. A Luz irradia do Centro para iluminar a escuridão e tornar visível o manto até então invisível, que envolve a Mãe Universal.

A Vontade torna-se mais potente. O som do Verbo faz-se mais forte e a Luz mais brilhante, com o perpassar dos Éons. As Mônadas tornam-se mais radiantes e seus emitidos Raios mais dilatados e mais brilhantes. As regiões mais densas tomam as formas pretendidas. A escuridão exterior dá passagem á Luz, e onde antes era o Caos, impera a divina Ordem.

Em cada ser assim chamado à existência, como morador e trabalhador nos mundos criados, os processos cósmicos são microcosmicamente reproduzidos e realizados paralelamente. Tal qual o todo, cada parte responde. No homem, como um dos moradores e mourejadores nos mundos, a inércia e o silêncio Inerentes à matéria dão lugar ao movimento rítmico e à Voz criadora — "ouvida" e "respondida".

No homem, como no universo, a escuridão é substituída pela luz. O "Verbo" universal, quando proferido, manifesta-se em miríades de acordes, cada qual como som coerente e autoexistente, com suas manifestações de força e luz. Cada acorde aparece como forma abstrata, relativamente imutável, Arquétipo ou ideia divina, nos mundos superiores de cada um dos planetas. Estes Arquétipos, por sua vez, ressoam seus "Verbos" "retransmitindo" nos mundos inferiores a força-Verbo original. Campos magnéticos são ali estabelecidos, a matéria é atraída para eles, e com o auxílio dos Deuses, é modelada em formas evolucionantes. Essas formas, vivificadas pela Vida divina, tornam-se a morada das inteligências (as Mônadas) nas fases de desenvolvimento mineral, vegetal, animal, humano e super-humano. Como resultado de experiências nas formas, essas inteligências, ajudadas pelas Consciências Criadoras, gradualmente desenvolvem suas faculdades e poderes inatos até atingir o grau de desenvolvimento estabelecido para elas e para as formas. As Consciências Criadoras são assim concebidos como construtores de formas e assistentes da evolução da consciência.

Quando este padrão foi alcançado por todos os seres e, em obediência à lei dos ciclos, o tempo, o limite da manifestação objetiva foi atingido, todo o sistema solar é recolhido ao estado subjetivo. Nesta condição ele permanece até que, sob a mesma lei cíclica, reaparece, e o processo de desenvolvimento ou ascensão continua a partir do ponto atingido no final do período precedente de manifestação objetiva. A filosofia oculta vê este processo continuando indefinidamente, não havendo limites para as possibilidades evolucionárias. Esta progressão ordenada não tem um começo concebível nem um fim imaginável.

AS HIERARQUIAS CRIADORAS

As energias criadoras de que todas as formas são o produto,
primeiramente emitidas com som ao ser proferido o "Verbo", podem ser imaginadas como procedendo de uma Fonte central, espiritual, representada fisicamente pelo sol. Em suas fontes estas energias têm uma tremenda potência. Toda a categoria de Deuses, desde os Arcanjos Solares até os anjos planetários, de alguma maneira servem de transformadores elétricos. Eles recebem em si o poder criador, primordial,
e como que resistindo ao seu fluxo, lhe reduzem a "voltagem". Dos Deuses Solares passa por seus irmãos menores, em grau decrescente, até atingir os mundos físicos. Aí, com o auxílio dos espíritos da natureza, transformam a matéria nas formas concebidas pela Mente Criadora.

A capacidade do som para produzir formas pode talvez encontrar apoio nas figuras sonoras, que podem ser formadas pelas vibrações de substâncias, emitindo um tom musical. Figuras geométricas, por exemplo, são formadas pela areia numa lâmina de vidro ou metal, quando o arco de violino é retesado na extremidade. Ernst Florens Friedrich Chladni (1756-1827), físico alemão, produziu figuras geométricas acústicas, que eram formadas por linhas nodais numa lâmina vibrando, tornadas visíveis pelo espargimento da areia na lâmina, onde ela se assenta nas linhas de menor resistência. Jules A. Lissajous, cientista francês (1822-1880) produziu figuras formadas por curvas devidas à combinação de dois movimentos harmônicos simples. São comumente exibidas pelos reflexos sucessivos de um raio de luz dos garfos de dois diapasões ou pelo traço mecânico do movimento resultante de dois pêndulos como em harmonógrafo, ou por intermédio das varinhas de Wheatstone. Lissajous também produziu as figuras dadas por um diapasão vertical e outro horizontal, vibrando simultaneamente. As figuras diferem quando os garfos do horizontal, vibrando simultaneamente. As figuras diferem quando os garfos do diapasão estão em uníssono ou em diferenças variáveis de fase de notas isoladas. Se a capacidade do som físico de produzir formas pode também ser atribuída à energia criadora sonora ou força-Verbo emitida em níveis super-físicos, então a Doutrina do Logos encontra alguma base científica.

A Ordem dos Deuses que assim ajudam o Logos no processo da produção de formas evolutivas pela pronunciação do "Verbo", é conhecida como a dos Construtores. Os membros das categorias superiores desta Ordem — dos quais uma linhagem é conhecida no Hinduísmo como Ghandarvas ou Deuses da Música — são conscientes do propósito criador, percebem e conhecem os Arquétipos ou ideias divinas. Pela auto-unificação com a força-Verbo descendente, particularmente com as correntes que vibram em frequências idênticas às de sua própria natureza, eles as amplificam e conseqüentemente aumentam o seu poder produtor de formas.

Porque, dentro da Ordem dos Construtores existem hierarquias que são manifestações dos acordes do "Verbo" criador, de que os Arquétipos e formas são expressões. Esta afinidade de vibração atrai a hierarquia particular para o seu campo apropriado de trabalho como construtores-de-forma nos quatro reinos da Natureza.

O ouro, por exemplo, pode ser considerado como o produto físico da energia criadora vibrando na frequência em que o ouro se manifesta em termos de força. O ouro, como também todas as substâncias, está representado no "Verbo" criador como um acorde, que é a expressão em termos de som da ideia divina do ouro. A força-Verbo é emitida da Fonte espiritual, e percutindo na matéria virgem, pelos processos anteriormente descritos, fá-la fisicamente tomar a típica disposição molecular e a forma cristalina do ouro.


*De acordo com a filosofia oculta, o Sistema Solar, obedecendo a uma lei cíclica universal, emerge, entra em obscuridade e reemerge, perpetuamente. Cada “criação” nova continua o processo evolucionário do estágio alcançado no final da era precedente. Estes períodos de obscurecimento e de manifestações são conhecidas como “Noites” e “Dias”; em sânscrito, Pralayas e Manvântaras.


Fonte: Livro O Reino dos Deuses - Geoffrey Hodson. Editora Pensamento.

14 de fevereiro de 2018

CANÇÃO XAMÂNICA DE CURA (SHAMANIC MUSIC - HEALING)




Canção Nah Bvey Hi-Ay

Tradução:

a bela rainha, a bela rainha;
que vem com seu poder;
que vem com seu poder; 
para nos abençoar;
a bela rainha, a bela rainha; 
que vem com seu poder; para nos abençoar, seu poder me abraça;
a bela rainha que vem, a bela rainha que vem, seu poder me abraça Nele Kim remm nom ku.

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Em uma reserva no centro dos EUA há uma tribo de índios que fazem rituais xamânicos dentro de uma caverna subterrânea há milhares de anos. Dentro dessa caverna só entra mulheres xamãs onde fazem rituais de curas, cantos e preces direcionadas aos doentes de todo mundo. Nenhum homem jamais entrou lá, mas uma dessas mulheres xamãs entrou com um aparelho para gravar um desses cantos de cura, o gravador foi capaz de capturar também o som de grilos e gotas de água existentes na caverna. Essa gravação foi apresentada para nós pelo professor Wagner Borges em um trecho de seu programa de rádio “Viagem Espiritual” no dia 10/10/10.

Bênçãos! 
Blessings!

12 de fevereiro de 2018

RECEITA QUE LIMPA SUA DOR DE CABEÇA E CANSAÇO MENTAL - BIOPLASMIA FITOENERGÉTICA




Saudações Dévicas! O vídeo abaixo apresenta uma poderosa técnica demonstrada pela querida Patrícia. 


Bruno Gimenes e Patrícia Cândido são cofundadores do canal Luz da Serra. 

Fitoenergética é o poder oculto, a energia sutil da planta que atua na alma humana, no campo dos pensamentos, sentimentos, emoções e até no campo espiritual. Elevando o pensamento, uma simples oração, ou até mesmo o Reiki já será suficiente para que a fitoenergia seja ativada.


Todos os livros dos autores podem ser encontrados no site http://www.luzdaserraeditora.com.br/livros ou na Saraiva online.






LINK PARA VOCÊ BAIXAR O E-BOOK BENZIMENTO COM LOURO




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10 de fevereiro de 2018

TRIGUEIRINHO - RECONHECER NOSSA ORIGEM CÓSMICA


Saudações Dévicas! Este vídeo contém o trecho de uma palestra do Trigueirinho sobre Origem Cósmica.



Mais sobre Trigueirinho Aqui



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Sementes das Estrelas:


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Encontro com a Natureza:



Bênçãos! Namastê!

Música: M83 - Outro

7 de fevereiro de 2018

CONHECENDO UM POUCO MAIS SOBRE PANC'S



   
PANC’s são Plantas Alimentícias Não Convencionais.

Esse termo surgiu em 2004, pelo pesquisador Valdely Kinupp, em sua tese de doutorado.

De lá pra cá, muitos trabalhos a respeito das espécies são desenvolvidos e o assunto vem ganhando um destaque cada vez maior.

O termo PANC é extremamente abrangente, mas o critério para uma planta ser considerada uma panc é bem simples: Ser comestível, não ser cultivada em escala comercial, não ser consumida com frequência pela população num geral e não ser comercializada.

As PANC’s fazem a cabeça dos chefs, que transformam algumas dessas espécies em verdadeiras obras de arte nos pratos.





Publicado em 2014, o livro “Plantas Alimentícias Não Convencionais no Brasil” (editora Instituto Plantarum), do Biólogo Valdely Ferreira Kinnup, cita 351 espécies presentes no país que podem ser utilizadas em diversas receitas culinárias, cruas ou refogadas. Porém, dependendo da região, algumas até podem ser comumente utilizadas na culinária local, não sendo mais consideradas como não convencionais.



“Sob o ponto de vista da sistemática botânica, essas plantas formam um grupo bastante diverso, composto por espécies de variadas categorias taxonômicas", ressalva a Bióloga do CRBio-01, reforçando também que essa classificação não se trata de nenhuma divisão dentro da própria Biologia. (Fonte).

Onde são encontradas?

Essas plantas são encontradas facilmente nos mais diversos ambientes mas a maioria das pessoas não possuem conhecimento da sua função alimentar.

Muitas delas, são inclusive, consideradas matos espontâneos ou daninhas. E por isso são retiradas sem qualquer utilização posterior. (infelizmente).

Quando descartamos uma PANC, estamos perdendo a oportunidade de consumir alimentos com alto valor nutricional pela simples falta de informação.

É interessante saber que nem sempre foi assim. Muitas das PANC’s eram constantemente consumidas antigamente, mas com a evolução dos grandes centros e a falta de contato com a natureza, esses alimentos começaram a ser esquecidos.

Alguns estudos apontam que o número de plantas consumidas pelo homem caiu de 10 mil para 170 nos últimos cem anos. É de deixar qualquer um surpreso, não?!

Em nosso país, há uma biodiversidade enorme a ser pesquisada quando o assunto é Panc’s. Estima-se que tenhamos por aqui em torno de dez mil plantas com potencial para uso alimentício.

Uma prova de que as coisas mudam rapidamente é que, para se ter ideia, a rúcula que muito consumimos hoje, era considera uma erva daninha há não muito tempo.

São consideradas como PANCS’s também, as plantas que são subaproveitadas. Como por exemplo a bananeira. Além dos frutos, os mangarás dela (corações ou umbigos) podem ser aproveitados, mas acabam sendo desperdiçados.

Incluir PANC’S na alimentação é uma forma saudável de comer bem. Elas podem ser preparadas em diversos tipos de receitas e agregam muito valor nutricional aos pratos.

Créditos de imagem – Revista Casa e Jardim

É importante saber que algumas Pancs não podem ser consumidas cruas!

Bertalha

      Trepadeira com folhas e caules verdes, carnosos e suculentos. Tem aparência similar à do espinafre. É rica em vitamina A, além de oferecer outros nutrientes como vitamina C, cálcio e ferro. As folhas e os ramos novos devem ser consumidos logo após a colheita, refogados ou em substituição ao espinafre e à couve, ou em omeletes, quiches e tortas. Crua, pode ser ingerida junto a saladas verdes. Se preferir prepará-la em uma sopa, deixe para acrescentá-la por último, pois a bertalha não deve ser cozida em excesso.


Foto: hortas.info

Beldroega, ou onze-horas (Portulaca oleracea).

      De crescimento espontâneo em muitas partes do mundo, adapta-se a diversos tipos de clima, mas requer que o sol incida diretamente sobre ela. Suas folhas e ramos podem ser consumidos crus, em saladas. Quando cozidos, servem de ingrediente para pratos refogados e assados, além de sopas. Suas sementes também podem ser ingeridas – a sugestão é acrescentá-las a uma farinha de cereal depois de moídas. É rica em ácidos graxos ômega-3 e seu sabor tende a variar de acordo com a forma de cultivo. As flores também podem ser consumidas.




Jacatupé

      Planta rústica e de cultivo simples, adapta-se facilmente a diferentes regiões brasileiras e é conhecida, também, como feijão-batata. Grande fonte de proteínas, chegou a ser comercializada em mercados, mas desapareceu devido ao consumo de vegetais convencionais. As raízes são sua parte comestível e podem ser preparadas cruas ou cozidas.



Dente-de-leão

      Essa planta cresce naturalmente em várias regiões do Brasil (e do mundo inteiro) e há outros motivos para incluí-la na dieta: o dente-de-leão selvagem tem sete vezes mais fitonutrientes do que o espinafre, além de ser grande fonte de vitaminas A e C. Suas folhas podem dar origem a pratos refogados e cozidos, além de saladas. O consumo também pode se estender às flores. Algumas pessoas utilizam as raízes torradas e moídas como um substituto ao café.



Serralha

      Para encontrá-la, preste atenção a locais perto de cercas e de muros, em quintais e em terrenos baldios. A serralha é fonte de vitaminas A, D e E. Desenvolve-se em quase todo o mundo pode servir de insumo para a preparação de saladas e de receitas cozidas. Seu sabor é amargo e lembra o do espinafre.


Foto: matosdecomer.com.br

Ora-pro-nóbis

      Uma das mais conhecidas entre as não-convencionais, é encontrada em abundância especialmente no Sudeste, mas está presente também em outras regiões. Trepadeira, desenvolve-se em vários tipos de solo e de clima, é de fácil cultivo e tem alto valor nutricional. É rica em vitaminas A, B e C, fibras, fósforo e fósforo. As folhas são sua parte comestível, podendo ser consumidas secas ou frescas, cruas ou cozidas, e até acrescentada a massas de pães. Mas, há receitas que utilizam suas flores também.



Peixinho, ou Peixinho-da-horta

      Você já ouviu falar em peixinho que dá na terra? Pois há uma hortaliça que é conhecida como lambari da horta. Ela veio da Europa e da Ásia, mas se adaptou muito bem ao Brasil. Em Minas Gerais, é mais comum em regiões de clima ameno. Na Europa, as pessoas a usam mais para decoração. O peixinho é bem fácil de plantar, com semente ou muda. Cresce melhor em climas mais secos. E também faz sucesso na culinária. As folhas refogadas e fritas rendem um dos melhores petiscos. A folha é muito suculenta e por tal motivo, realmente lembra a textura de um peixinho.



Capeba

      As folhas de capeba são ovaladas, arredondadas ou em forma de rim. Usa-se a folha para o preparo de charutos recheados com legumes, cenoura e temperos. Quando cozidas, têm gosto de pimenta do reino.


Foto: planetasustentavel.com.br

Capuchinha (Tropaeolum majus).



Língua-de-vaca, Labaça (Rumex obtusifolius).



Mastruço/Mestruz/Mastruz (Coronopus didymus).


Dentre outras muitas! Gratidão!


Fonte: https://blog.plantei.com.br/conhecendo-um-pouco-mais-sobre-pancs-as-plantas-alimenticias-nao-convencionais/

Material de apoio – Teia Orgânica

Namastê!


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