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O que são Devas

Devas da Natureza



Os Devas são seres luminosos, de grande inteligência, que agem como orientadores da Natureza, e supervisores dos elementais e alguns outros seres da Natureza que ainda não atingiram um estado de consciência mais elevado, são instruídos pelos Elohim e Arcanjo Uriel e vivem no Eterno presente como todos os outros Seres Dévicos no plano etérico e astral.

Os Elohim residem da oitava até a décima segunda dimensão para orientar seus assistentes no Reino Dévico, que ressoa da quinta até a oitava dimensão. Os Devas recebem o "Ideal Divino" dos Elohim e transferem essas Qualidades e Bênçãos Divinas ao Reino Elemental.


Obs: Imagens meramente ilustrativas.


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Existência Dévica

A maneira de viver de um deva é muito diferente da maneira de qualquer ser do fluxo atômico. Pedras, plantas, animais e seres humanos são todos relativamente imóveis fisicamente e têm também lampejos em relação à sua consciência. Todo o modo de crescimento e mudanças, no fluxo atômico, é de concentração, fricção, tensão e labuta.
Por exemplo, uma pressão imensa transforma a pedra em cristal. O broto tem que arrebentar o invólucro da semente. O animal trabalha para ter alimento e proteção. E naturalmente, para o ser humano, a fricção interna é a dinâmica para o crescimento e a mudança.
Para os devas, entretanto, a existência é muito diferente. A liberdade de movimentos através do espaço, e a expansão da consciência são naturais. A percepção da perfeição e a realização harmoniosa não exigem luta, mas são naturalmente conhecidas. O meio ambiente dévico é experimentado continuamente, divinamente padronizado e perfeitamente revelado.

A matéria e a forma densa, não são para eles uma fonte de ilusão. A percepção dévica dança harmoniosamente com os ritmos e ciclos do tempo e energia, à medida que são revelados.
Em sua essência e em sua natureza a consciência dévica é normalmente aberta, pura, expandida, serena, rítmica, musical, confiante, bondosa, empata, cooperativa, inocente e carinhosa.

Através dos tempos, os devas aprenderam a tornar-se mais centrados, mais capazes de tomar iniciativa, de maior ação positiva e mais criativos. A sua mais frutífera fonte de aprendizado, é com os seres humanos – uma espécie não amplamente conhecida por sua sensibilidade à percepção cósmica, mas famosa por estar sempre fazendo.
O relacionamento entre os devas e os seres humanos é, portanto, mutuamente benéfico. Os devas adquirem uma experiência de percepção e de atividade centradas. Os seres humanos, por outro lado, entregam-se suavemente à quietude e sensibilidade da percepção dévica. Se esse relacionamento for conseguido da maneira correta, ele está começando a criar a mais perfeita ecologia.

A chave principal, portanto, para entrar em relacionamento com os devas é realmente começar a se entregar a seus atributos. Isto significa, da melhor maneira possível, começar a se entregar ao silêncio, à harmonia, à aceitação tranquila e ao conhecimento de que tudo é perfeito no cosmos. Isso requer uma disciplina simples e contínua.



Fonte: Livro – Devas, Fadas e Anjos – Uma abordagem moderna. Autor: William Bloom. Editora: SHAKTI. Direitos adquiridos para língua portuguesa no Brasil pelo GRUPO 4.


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De acordo com o texto acima, podemos concluir que, existe vida dévica por toda parte. Quero acrescentar também que é possível sim seres dévicos com um nível maior de consciência encarnarem aqui na Terra, ou seja, virem ter uma ou várias experiências como consciência humana, mas sempre mantendo sua essência dévica (tome o meu caso por exemplo, sou um ser dévico encarnado aqui no plano físico, uma expressão de minha Alma matriz faz parte de um agrupamento específico de devas encarnados, qualquer médium com uma excelente sensibilidade pode confirmar isso), e também é possível uma consciência humana ter vivências no Reino Dévico, falarei mais detalhadamente sobre isso em uma futura postagem. O Universo e os multiversos estão em expansão, assim como nossa consciência, portanto, isso tudo faz parte do plano de alma de cada um em busca do desenvolvimento do Amor incondicional.

Bênçãos e Luz!
Namastê!




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Percebendo os Devas


Na tentativa de se abrir para uma percepção da realidade dévica, surgem imediatamente dois grandes problemas. O primeiro é associado à atitude da pessoa de não se achar capaz de ligar-se a esse tipo de percepção (se conectar aos devas). O segundo problema é associado com a preocupação real de que mesmo quando alguém começa a receber impressões da realidade dévica, é de fato a própria mente e imaginação que estão criando e projetando – que a percepção e o contato não são verdadeiros.

A chave para ligação de sua sensibilidade às realidades dévicas – depois, naturalmente, de se ter sintonizado à esta realidade, entregando-se aos seus atributos – é dar livre curso à sua imaginação lúdica e, entretanto, ao mesmo tempo se colocando numa atitude de neutralidade mental. Observe sua imaginação correndo livremente. Isso, entretanto, não adianta muito, a não ser que se esteja em um meio ambiente no qual haja uma forte presença dévica.

Os dois lugares mais facilmente acessíveis de se encontrar a presença dévica são os jardins e os lugares onde ocorrem regularmente ritos espirituais, incluindo meditações e preces. De uma maneira muito fácil, os dois tipos de ambientes podem se juntar se alguém meditar entre as plantas.

No meio de plantas ou em ambientes de rito espiritual pode-se deixar a imaginação poética brincar com as impressões que receber. Se alguém trabalhar desse modo numa base regular, pelo menos diariamente, então torna-se com o correr do tempo consciente de impressões que perduram e que não pareçam simplesmente projeções pessoais ou imaginação.
A menos que alguém tenha colaboração independente de outra testemunha, a única maneira de estar absolutamente certo da exatidão de sua impressão é a de conservá-la por um longo período, pelo menos um ano, e ver se então elas ainda são sentidas como verdadeiras.

Quero também esclarecer o que quero dizer por “impressão”. Uso essa palavra cuidadosamente para distingui-la da ideia que se possa ter sobre a percepção da realidade dévica em quadros coloridos. A percepção clara da vida dévica não virá por imagens, mas através da intuição e da impressão. É um sentido tão diferente como o ver e o tocar é da audição.



É uma forma de saber imediata. Pode ser que com essa impressão haja uma percepção de cor e forma, mas essa sensação é secundária para o conhecimento direto. Há algumas pessoas que têm uma clarividência inata, mas isso é raro. Há entretanto, técnicas para melhorar a qualidade e exatidão da impressão. Exatidão e cem por centro de clareza de percepção, entretanto, não são necessárias para realizar um trabalho de cooperação com a vida dévica. O que é exigido é a atitude pessoal correta. A partir daí, através dos tempos há maior certeza e a clareza de percepção aumentará.







Fonte: Livro – Devas, Fadas e Anjos – Uma abordagem moderna. Autor: William Bloom. Editora: SHAKTI. Direitos adquiridos para língua portuguesa no Brasil pelo GRUPO 4.


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Acrescentando algo que ouvi recentemente: “Estar com o coração aberto, em paz, em harmonia e em Amor é a chave de contato com o Reino Dévico.”

Portanto, se quer ter um contato ou impressão dévica, conforme citado no texto acima, eu o incentivo a buscar o equilíbrio e a harmonia interior, práticas de meditação, limpeza física, emocional, mental e espiritual, mantendo seu coração aberto e cultivando um comportamento ético e moral.

Bênçãos e Luz!
Namastê!


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A Evolução dos Devas




A hierarquia natural dos devas é tão variada e ampla como a hierarquia da evolução do fluxo atômico. Ela abrange desde a essência indiferenciada da matéria densa aos gloriosos arcanjos cósmicos. Através dos tempos a experiência conduziu a consciência dévica pela corrente da vida e de estados de ser cada vez mais sofisticados. Nesta seção descreveremos brevemente as principais e algumas características distintas dessas correntes.

Dentro de qualquer campo da matéria ou qualquer campo de energia – por exemplo, pedra, água ou fogo – existem seres dévicos que são conscientes da maneira da qual essas formas elementais deverão se desenvolver e ser padronizadas. Existem também, é claro, elementais e essência dévica que constroem formas em outros campos de energia, como emoções e pensamentos.

Estes estão além do âmbito desse livro, mas são descritos no livro Tratado do Fogo Cósmico (por Alice Bailey, 1970). Esses seres são familiares como as salamandras, ondinas, sílfides, etc e evoluíram da essência indiferenciada na qual tinham antes uma consciência totalmente difusa.

Através dos tempos e experiências, desenvolveram um foco de consciência e tornaram-se elementalmente perceptivos da forma ao seu cuidado. Esses pequenos seres têm também parentes mais velhos que realizam trabalhos similares, mas numa escala bem maior. Existem, por exemplo, grandes devas da terra que mantém uma consciência da mudança de minerais e pedras sobre muitos quilômetros quadrados. Há outros grandes devas da terra que cuidam do sub solo, das camadas minerais e outras características da crosta terrestre.

Esses seres foram algumas vezes interpretados em folclores como dragões e grandes serpentes. Há grandes devas do ar que se preocupam com a atmosfera e o grande movimento do tempo. Esses seres têm sido imaginados com grandes rostos inflados soprando o vento, vendavais e furacões, e como seres cuja tensão é relaxada em trovões e raios.

Os pequenos elementais não evoluem diretamente para esses grandes seres, mas passam através de estágios e graus de responsabilidade que lhes dão cada vez mais maior experiência, sofisticação e foco.

Temos então uma grande gama de devas que cuidam da vida das plantas, e da paisagem; esses evoluíram dos elementais da terra cujo ambiente era principalmente associado ao crescimento das plantas. Essa gama de devas varia de pequeninas fadas aos grandes anjos que se preocupam com a ecologia de completas regiões geográficas. As fadas e os duendes que cuidam de plantas individuais evoluem até ficarem associados com árvores individuais.

Cuidando de um carvalho ou um grande pinheiro por vários séculos, dá a um deva uma experiência imensa da ecologia que circunda essa árvore. Esse deva da árvore pode então passar a responsabilizar-se por algum matagal ou bosque em particular, onde ele mantém o foco e a percepção do padrão ecológico perfeito para aquela área específica.



Qualquer paisagismo, trabalho agrícola ou construção realizada pelo ser humano, deveria ser feita de maneira ideal, em harmonia com a visão e o conhecimento do deva ou anjo da paisagem local. Entretanto, se os trabalhadores humanos agem conscientemente ou não em cooperação com os devas da paisagem, nessas situações os devas começam a se habituar com os seres humanos, e sua evolução seguinte pode ser intimamente entrelaçada com a existência humana.

Da mesma forma, certos devas podem tornar-se muito envolvidos com a vida animal e na sua próxima evolução seguir a corrente dos faunos e de seres associados a Pan.

Alguns dos devas das plantas podem permanecer trabalhando com a mesma espécie com as quais começaram e tornar-se responsáveis pela evolução de todo o gênero. Outros, naturalmente, podem evoluir do cuidado da paisagem na geografia tri-dimensional para tomar conta de energias mais sutis no espaço interno multidimensional.

Mais cedo ou mais tarde, devido ao lugar chave da humanidade no esquema da hierarquia natural do planeta Terra, todos os devas passam por um estágio num ou outro nível, no qual seu foco principal de trabalho é associado com a corrente da evolução humana.

O que deve estar claro agora é que um deva individual, como um indivíduo, tem sua própria e única estória, e experiência que lhe dá sua área de especialidade. Um ser humano, por exemplo, pode ter uma estória na encarnação cuja tendência para o serviço seja ensinar ou cuidar fisicamente dos outros. Outro ser humano pode ter uma estória de encarnação de ação ou de trabalho nas ciências.

Da mesma forma um deva tem seu próprio passado que o levou a esse foco específico. Devido à natureza da consciência e existência dévica, como os devas evoluem de uma forma de vida à outra, eles não perdem a consciência e “morrem” como os homens. Eles se movem suavemente sem interrupção na sua contínua percepção.

O livreto segue agora descrevendo em detalhes as atividades e trabalhos de certos tipos de devas e como o ser humano pode cooperar com eles. (Aguardar futuras postagens).


Fonte: Livro com título original: Devas, Fairies and Angels - A modern approach.

Em português:   Devas, Fadas e Anjos – Uma abordagem moderna – William Bloom. Editora SHAKTI.


Direitos adquiridos para língua portuguesa no Brasil pelo GRUPO 4.

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