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7 de agosto de 2017

SÉRIE PLANETA TERRA UM SER EM REDENÇÃO - TRIGUEIRINHO



Saudações Dévicas! Decidi acrescentar essa página ao blog em especial devido a riqueza de informações e sabedoria nesses sete (7) vídeos da série completa. Trigueirinho, com sua firmeza e amorosidade vem nos elucidar sobre diversos assuntos, quando conhecemos e compreendemos certos assuntos passamos a olhar de um ângulo diferente, é isso que proponho aqui, estimular você leitor/ouvinte a conhecer essa série maravilhosa, e se você já conhece tem agora a oportunidade de reouvir mais uma vez.

Segue abaixo os vídeos do canal Led Lemos que teve a generosidade de compartilhar ao público as partilhas. Profunda Gratidão! E ao Trigueirinho e toda a equipe, por tanto Amor e Sabedoria. Gratidão!


Trigueirinho - Planeta Terra um ser em Redenção #1

Revelações sobre os reinos da Natureza e a função do reino humano no processo planetário / O carma do sofrimento produzido pelo reino humano é repartido por toda a humanidade / O planeta poderá ser redimido da violência que os reinos recebem, à medida que for surgindo no coração humano amor pela Natureza / Metas a serem assumidas pelo reino humano




Trigueirinho - Planeta Terra um ser em Redenção #2

As funções ocultas da água, do ouro e dos cristais / O que representa um oceano / As consequências, no planeta, pela matança dos povos indígenas / Desastres ambientais / O trabalho sutil dos cristais com as naves extraterrestres


Trigueirinho - Planeta Terra um ser em Redenção #3

A colaboração de videntes nas revelações sobre o Reino Vegetal / Árvores, canais de energias do Alto / O Umbu, o Cipreste da Califórnia e a Castanheira da Índia / A cruz do Reino Vegetal diante da devastação feita pelo homem / Vegetarianismo e Ocultismo / Os riscos dos alimentos transgênicos / O simbolismo das sementes


Trigueirinho - Planeta Terra um ser em Redenção #4

Um Reino da Natureza a ser melhor compreendido / A domesticidade em contraste com a selvageria de alguns animais / O trabalho oculto dos pássaros / A presença das baleias e o que representam / Elefantes e suas qualidades / Golfinhos e a alegria / Nossa responsabilidade diante da situação do Reino Animal na Terra / As falas de uma Iniciada


Trigueirinho - Planeta Terra um ser em Redenção #5

Humanidade, forma de vida disseminada pelos universos / Tipos de humanidade existentes na Terra / Homem comum, homem evoluído e homem contato / A raça atual, os cinco sentidos humanos e seus desdobramentos nos vários níveis da consciência / Homem interno, homem divino e raças futuras


Trigueirinho - Planeta Terra um ser em Redenção #6

O Reino Dévico e sua importância na manifestação da vida formal / O deva e seu elevado grau de pureza / A circulação de energia no universo a cargo dos devas / Formas que se mantêm coesas pelos devas / Elementais, espíritos naturais que podem completar o trabalho dévico / Música divina / Informações que nos levam à compreensão de fatos desconhecidos pela maioria


Trigueirinho - Planeta Terra um ser em Redenção #7

Os princípios divinos de pureza que os Reinos da Natureza guardam / O mundo sofre por falta de amor fraterno entre os reinos e os homens / O valor de estar polarizado no bem / O reino que mais sofre / O mistério da nossa relação com o planeta


Conheça também o site da Editora Irdin onde você encontra um material riquíssimo, incluindo palestras, livros, áudio livros, músicas, e DVD's.

Conheça também o canal no Youtube do Espaço Religare, onde você encontra uma playlist com mais de 200 palestras do Trigueirinho.

Gratidão!
Bênçãos!

Namastê!

6 de agosto de 2017

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 14 - LOURO



EPISÓDIO 14

O episódio de hoje está sendo dedicado ao querido Louro, ou Loureiro, é uma planta originária do Mediterrâneo, seu nome científico é Laurus nobilisAs suas folhas com aroma forte são utilizadas na culinária e na medicina alternativa. Utilizam-se frescas, secas ou em pó.

O Telhado do Templo de Apolo, em Delfos, era coberto de folhas de loureiro para o proteger da doença, da feitiçaria e dos relâmpagos.

É uma planta conhecida desde a Grécia antiga. Para os Romanos, o loureiro era o símbolo da sabedoria e da glória. Eram feitas coroas com as folhas e entregues aos vencedores de competições como símbolo de vitória. A palavra “bacharelato” vem do latim “baccalaurus”, o que quer dizer "formando coberto de louros".

O Louro é símbolo da poesia, das letras e do sucesso. Traz proteção e sabedoria.


Fitoenergética


Elimina energias densas de origem espiritual, cria um forte campo energético espiritual, traz a força da energia divina para purificar os campos de energia e os ambientes em geral. Traz a força de Deus para o mundo físico.

Como preparar o chá?

• 4 folhas de louro;
• 500 ml de água.

Modo de preparo

1. Ferva a água em uma chaleira ou leiteira.

2. Quando levantar fervura, desligue o fogo e adicione as folhas de louro e deixe descansar por 10 minutos.

3. Em seguida, sirva em uma xícara e beba. Este mesmo chá pode ser servido duas vezes. Recomenda-se uma vez pela manhã e outra pela noite.

Técnica do benzimento

- Benefícios da técnica de benzimento:

Abrir caminhos, eliminar a energia negativa da sua aura e remover confusões mentais e indecisões.

Melhoria da saúde física e do estado espiritual.

- Materiais para fazer o Benzimento:

Você irá precisar de coisas muito simples para praticar esse exercício:

Um lugar calmo e silencioso;
Uma cadeira ou poltrona para sentar-se;
3 folhas de louro (desidratado ou verde, tanto faz).

- Passos para fazer o benzimento – cura da alma com as ervas:

1 – Procure um lugar calmo e tranquilo. Tenha certeza que não sofrerá interrupções. Então faça uma oração rápida de agradecimento e conexão com Deus, da sua forma e do seu jeito.

2 – Sente-se na cadeira confortavelmente, respire profundamente algumas vezes e relaxe.

3 – Pegue as três folhas de louro na sua mão direita e segure-as com tranquilidade.


4 – Agora concentre-se em imaginar, visualizar ou acreditar que no centro da sua testa se forma um ponto de luz prata.  Simultaneamente imagine, acredite ou simplesmente sinta que na região do seu coração forma-se um ponto luminoso verde. Então sustente a crença ou a visualização desses dois pontos acesos. O ponto prata na sua testa e o ponto vede no seu coração. Fique sustentando a visualização dessas duas luzes.

5 – Pegue apenas uma entre as 3 folhas de louro. Encoste com suavidade na sua testa no ponto da luz prata. E diga:

Eu conecto a minha mente  com a mente de Deus. Eu me conecto com a sabedoria de Deus. Eu sou a sabedoria de Deus em ação para o bem maior.

Fique assim por 30 segundos e depois coloque a folha de louro usada de lado.

6- Pegue uma segunda folha de louro. Encoste com suavidade no seu peito no ponto da luz verde do seu coração e diga:

Eu conecto o meu coração com o coração de Deus. Eu me conecto com a o amor  de Deus. Eu sou o amor que de Deus em ação para o bem maior.

Fique assim por 30 segundos e depois coloque esta segunda folha de louro usada de lado junto com a primeira.

7- Pegue a terceira e última folha de louro e agora segure-a entre as suas duas mãos que devem estar em forma de prece postadas a frente do seu estômago.

Então imagine, sinta ou acredite, que as luzes verde e prata que antes estavam no seu coração e testa, agora pulsam na suas mãos em prece. Então, sinta, imagine ou acredite, que as luzes verde e prata pulsam com suavidade como um coração.  E elas se alternam, pulsando verde e prata, verde e prata, verde e prata. Quando o verde fica fraco, o prata fica mais forte. Quando a luz prata fica mais fraca o verde fica mais forte e assim ciclicamente.

8 – Quando você sentir que as luzes verde e prata pulsam automaticamente entre as suas mão postadas em forma de prece, unidas com a folha de louro, apenas diga mentalmente:

Eu me entrego a força da verdade da minha alma… EU me entrego a energia maior de Deus… EU me entrego a cura da natureza sobre mim e tudo que me envolve.

Obrigado, obrigado, obrigado!

9 – Fique assim por aproximadamente um minuto, mantendo os olhos fechados e a concentração no pulsar da luz verde e prata.

10 – Então desperte com suavidade . Pegue as 3 folhas usadas na prática e descarte em um jardim ou vaso, expressando sua gratidão.

Benzimento: Importante!


Notas importantes sobre a técnica de bezimento e cura da alma com a fitoenergia:

- Não existe contra indicação;
- Não provoca qualquer tipo de reação negativa;
- Pode ser feita até 3 x por semana;
- Pode ser ensinada para outras pessoas;
- Se você não conseguir visualizar as luzes verde e prata, mas acreditar com força e entrega, vai funcionar igualmente;
- Você não precisa ter nenhum dom especial e não precisa ser expert em nenhuma filosofia para fazer essa prática.
- Pode e deve ser usado qualquer tipo de problema, seja ele físico, mental, emocional ou espiritual.
- Tanto faz usar louro desidratado ou fresco.

Já queimou folhas de louro alguma vez?

Há uma outra ótima função para absorver os benefícios da folha de louro – você pode queimá-las com um fósforo de preferência. Este fogo intenso vai funcionar muito mais rápido do que fogo brando para liberar os compostos ativos das folhas de louro.

Pegue uma folha seca e coloque-a em um cinzeiro ou qualquer outro lugar seguro para queimá-la, longe de produtos inflamáveis, seja responsável.

Ao queimá-las e inalar o cheiro (não a fumaça diretamente), você se abre para uma série de benefícios impressionantes. Aqui estão dois benefícios.

Benefício # 1 – Redução da ansiedade

A folha de louro contém um composto chamado linalol. Um estudo da American Association of Nurse Anesthetists descobriu que o linalol diminui a ansiedade e aumenta a interação social.

Em menos de 10 minutos após sentir o cheiro da folha de louro em chamas, o linalol começa a trabalhar.

Benefício # 2 – Alívio respiratório

Folhas de louro contêm mirceno e eugenol. Ambos os compostos possuem excelentes propriedades anti-inflamatórias e são, de fato, muito utilizados em terapia de redução de tensão.

Quando você queima uma folha de louro, estes compostos se espalham pelo ar. Uma vez inalados, eles vão reduzir qualquer inflamação respiratória. Isso pode fazer maravilhas se você sofre de alergias ou tem um forte resfriado.

Quando queimadas de forma correta, as folhas de louro liberam os seus benefícios muito rapidamente.


Propriedades Medicinais


Graças aos benefícios e propriedades do louro, muitos são seus usos medicinais. Comumente, é utilizando como diurético, estimulante de apetite e também adstringente.

Pode também aliviar cólicas, dores no estômago e eliminar flatulências.

Além disso, o óleo essencial presente nas folhas de louro é extremamente eficaz para tratar dor musculares, bronquites, artrite e outras mazelas relacionadas.

As folhas de louro também são eficazes como repelente natural de insetos por possuirem altas quantidades de ácido láurico.

A vitamina A presente no louro é fundamental para a visão, cabelo e pele. Portanto seu consumo tratará problemas degenerativos oculares e também envelhecimento precoce.

Por ser um poderoso antioxidante, o louro é um agente eficaz na prevenção e luta contra determinados tipos de câncer.

O ácido fólico do louro é responsável por auxiliar a correta formação do DNA, portanto seu consumo regulado por um médico pode ser incrivelmente benéfico para o desenvolvimento do feto.

Ajuda também a melhorar a produção de células sanguíneas por possuir minerais essenciais como o manganês, ferro, cálcio, cobre, magnésio e zinco.

É possível listar seus usos medicinais da seguinte maneira resumida:

• Alivia cólicas e indisposições gastrointestinais
• Alivia dores musculares e de cólica
• Age como diurético
• Previne gripes e resfriados
• Previne e elimina flatulências
• Trata problemas de úlcera estomacal
• Estimula o apetite
• Previne casos de câncer
• Melhora a produção de células sanguíneas
• Auxilia no desenvolvimento adequado do DNA
• Melhora a saúde dos olhos, cabelo e pele
• Pode ser utilizado também como repelente natural

Contraindicações


É importante que não sejam consumidas mais do que 4 folhas de louro diariamente, sob risco de hiperdosagem e intoxicação.

O louro pode causar sonolência e ser prejudicial àqueles que possuem sensibilidade no estômago, quando consumido em excesso. A planta e seu consumo estão contraindicados para gestantes ou mulheres em fase de lactação.


Fonte: GIMENES, Bruno J. Fitoenergética – A Energia das Plantas no Equilíbrio da Alma. 6ª ed. Nova Petrópolis: Luz da Serra Editora, 2012.

http://www.luzdaserra.com.br/ervas-que-curam-a-alma-como-fazer-um-auto-benzimento

https://www.greenme.com.br/usos-beneficios/4549-louro-beneficios-usos-cha

https://www.remedio-caseiro.com/beneficios-do-cha-de-folha-de-louro-para-saude/

http://plantaseervasaromaticas.blogspot.com.br/2010/02/louro-e-as-suas-propriedades.html?m=1

Colaboração: Tânia Campos e Daniele Schutz.

Bênçãos!
Namastê!


4 de agosto de 2017

ELFOS DA FLORESTA E ELFOS À BEIRA-MAR – PEQUENO RELATO



Dois delgados espíritos da floresta vieram correndo pelo terreno atrás de nós, quando estávamos sentados em um tronco de árvore caído. Vendo-nos, pularam cerca de cinco pés para trás e estacaram olhando-nos com grande interesse e sem temor algum. Pareciam como que inteiramente cobertos por uma coleante pele inteiriça, como que brilhando de umidade, e com um colorido semelhante ao da casca de uma faia. Havia grande quantidade destas figuras correndo pelo terreno. Suas mãos e pés eram grandes, bem desproporcionados em relação ao resto do corpo. Suas pernas eram finas, suas orelhas levantadas e embicadas, quase em forma de pêra. O nariz era embicado, também, e a boca larga.

Não tinham dentes nem as estruturas internas da boca — inclusive língua, pelo que pude ver — exatamente como se o conjunto fosse constituído de uma peça de geléia etérica. 

Uma pequena aura verde os rodeava. Os dois por mim observados especialmente, vivem nas raízes de uma enorme faia. Desapareceram, por fim, através de uma fenda na qual penetraram tal qual a gente entraria em uma caverna, e mergulharam no subsolo, para emergir no duplo etérico da árvore.

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Brincando na costa, entre as algas e as pedras, existem pequenas e esdrúxulas formas parecidas com a do elfo. Têm cabeças desproporcionais, faces de elfos, orelhas grandes, corpos redondos e curtos, pernas finas terminando em pés que quase parecem palmados. São de três a seis polegadas de altura (7 a 15cm), estão familiarizados com os seres humanos, e de maneira alguma se perturbam com a presença destes. Aparentemente estão relacionados com a vida e os processos celulares das algas.


Fonte: Livro O Reino dos Deuses – Geoffrey Hodson. Editora PENSAMENTO - São Paulo.
Título do original em inglês: The Kingdom of the Gods - Theosophical Publishing House, Adyar, Madras 6000 20, Índia.


2 de agosto de 2017

13 PLANTAS PARA CULTIVAR DENTRO DE CASA - PAISAGISMO E HARMONIA



Olá! Saudações dévicas! Nesse post estão reunidas algumas plantas que se dão super bem dentro de casa, oferencendo assim o frescor da Natureza e sua Energia transmutadora para qualquer ambiente, resistindo a diversos fatores se forem bem cuidadas.

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1. Cróton


Esta espécie chama a atenção por suas folhas coloridas e grandes. Brilhantes e um pouco retorcidas, elas surgem em tamanhos variados e podem mesclar tons de vermelho, roxo, rosa, branco, amarelo, verde ou laranja, formando lindas combinações. A folhagem exuberante somente será mantida se a planta receber bastante sol direto. Por isso, posicione o vaso próximo a uma janela. Dicas importantes: ela não se adapta a locais com ar condicionado; ao manipular a planta, utilize luvas, pois sua seiva pode provocar irritações na pele.

2. Orquídea



Quem nunca comprou ou ganhou de presente um vaso desta planta? Campeã no uso interno, ela pede poucos cuidados. Uma das espécies mais comuns é a falenópsis, cujas flores arredondadas variam entre o branco, o rosa, o amarelo e a púrpura. Por ser bastante delicada, é melhor escorar sua haste com um tutor. E vale a pena substituir os vasos de plástico pelos de barro, pois são porosos e drenam melhor a água. Deve ser cultivada à meia-sombra, recebendo iluminação indireta. Preste atenção na coloração da folhagem: se estiver escura, mude a orquídea de local.

3. Palmeira-leque


(Foto: Edu Castello/Editora Globo)

Por apresentar um crescimento lento, é ótima para o cultivo em vasos. Mas é preciso colocá-la em ambientes amplos e bem iluminados. Suas folhas grandes, plissadas e com margem dentada, em um lindo tom de verde brilhante, chamam a atenção de quem passa. Para mantê-la saudável, remova as folhas velhas e secas e adube a espécie durante o verão. O reenvase a cada dois anos também faz parte dos cuidados necessários. Proteja-a de ventos fortes e do aparelho de ar-condicionado.

4. Samambaia

(Foto: Lufe Gomes/Editora Globo)

De coloração verde-clara, apresenta folhas longas e pendentes, que costumam formar touceiras volumosas, demonstrando sua bela textura. Para tirar proveito dessas características, plante-a em vasos suspensos ou em um local alto. A iluminação ideal para cultivá-la é a meia-sombra, mas ela também gosta de receber iluminação difusa. O vento é um dos seus maiores inimigos, pois acaba queimando as folhas mais jovens.

5. Suculentas



São plantas que apresentam raiz, talo ou folhas engrossadas, característica que permite o armazenamento de água durante períodos prolongados. Bastante fáceis de cuidar, elas costumam “avisar” do que precisam, basta prestar atenção aos detalhes. Se as folhas começarem a murchar, aumente gradativamente a quantidade de água; se as folhas da base começarem a apodrecer, diminua. Se ela ficar fina e perder muitas folhas, não está recebendo a quantidade necessária de luz. O ideal é proporcionar pelo menos quatro horas diárias de sol para que elas sobrevivam com saúde.

6. Iuca

(Foto: Leonardo Finotti/Editora Globo)

Com aspecto escultural, apresenta folhas longas, rígidas, pontiagudas e com bordas serrilhadas. Como em algumas palmeiras, as folhas mortas podem demorar a cair, formando uma saia sob a copa. Se envasada ainda jovem, adapta-se bem ao ambiente interno. Cuide somente para posicioná-la em um local com bastante claridade e ventilação. Depois de bem estabelecida, torna-se extremamente resistente. É importante evitar o excesso de água, pois provoca o apodrecimento das raízes.

7. Árvore-da-felicidade

(Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)


Acredita-se que a presença dela na casa traz harmonia e sorte, mas para isso é preciso ganhar um exemplar de presente. Há quem acredite também que as boas energias são garantidas somente quando plantadas no mesmo vaso as duas variedades: a macho e a fêmea. Apresenta folhas pequenas, delicadas e de cor verde-escura. Para mantê-las bem escoradas, utilize tutores de madeira. Aceita sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, mas ficará mais viçosa e cheia em áreas bem iluminadas. Atenção: ela não tolera fumaça de cigarros, ar condicionado ou vento em excesso.

8. Zamioculca

(Foto: Edu Castello/Editora Globo)
É um excelente curinga para corredores e locais com baixa luminosidade natural, onde outras plantas dificilmente sobreviveriam. Destaca-se pela beleza de suas folhas super brilhantes, com o aspecto de cera, em tom de verde bem escuro. A espécie é tão resistente que continua linda mesmo em ambientes com ar condicionado. Mas tome muito cuidado com a quantidade de água: é preferível deixá-la passar sede do que regar em excesso.

9. Lança-de-São-Jorge




Com folhas cilíndricas, rígidas e verticais, tem um visual bem ornamental. É muito resistente e adora ambientes internos à meia-sombra, mas também vai bem quando cultivada sob sol pleno e luz difusa. Pede pouca água e suporta ambientes com ar condicionado. Pode ser trançada, ganhando um aspecto ainda mais interessante. Como as folhas são pesadas, vale escorá-las com um tutor.

10. Peperômia

(Foto: Marcelo Magnani/Editora Globo)

Folhagem pendente muito ornamental, de aspecto delicado. Suas folhas são suculentas e em formato de coração, geralmente em tons de verde com bordas amareladas ou brancas. Ótima para o plantio em jardins verticais ou vasos suspensos. Deve ser cultivada à meia-sombra e aguenta até iluminação com luz florescente, sendo uma boa opção para escritórios.

11. Ciclanto

(Foto: Victor Affaro/Editora Globo)

Seu caule é quase inexistente, já suas folhas são exuberantes: grandes, largas e com aspecto amassado. Vai super bem em ambientes internos à meia-sombra e não precisa de vasos muito fundos. A umidade é essencial para essa espécie. Uma boa dica é proteger o solo do vaso com casca de pínus, para diminuir a evaporação da água de regas.

12. Cacto




Ótima opção para quem não tem tempo ou jeito para cuidar de plantas, a espécie gosta de muitas horas de luminosidade direta e pouca água. Quanto mais sol seu cacto receber, mais robusto e bonito ele ficará. Quando plantado em vasos, ele estaciona seu crescimento ao perceber que o espaço acabou.

13. Camedórea-elegante

(Foto: Luis Gomes/Editora Globo)


Esta palmeira de pequeno porte é super charmosa e uma ótima opção para decorar ambientes internos bem iluminados, mas com luz difusa. A incidência de sol direto pode queimar suas folhas, que são longas e brilhantes. Evite cultivá-la em ambiente com muito vento ou aparelho de ar-condicionado. Fique atento às folhas amareladas ou com pontas secas pois evidenciam a carência de umidade.

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Eu (Leony) também recomendo a Espada de São Jorge, de porte pequeno, necessitando de pouca luz e pouca água, porém não deixe de regá-la, um dia sim e outro não. É ótima para proteção e transmutação energética do local onde estiver.


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DICAS ÚTEIS

+ A quantidade de regas varia de acordo com a espécie, a época do ano e o local de cultivo. Uma boa maneira de descobrir a periodicidade ideal é afundar um pouco o dedo na terra. Se ainda estiver úmida, espere mais uns dias. Caso esteja seca, é sinal de que chegou a hora de regar. E lembre-se de que a água deve ser colocada sempre na terra, não sobre as folhas.

+ Para obter um solo bem drenado e bom para o cultivo de grande parte das espécies, misture duas partes de areia para uma parte de terra adubada. E evite deixar a terra encharcada, porque a umidade excessiva apodrece as raízes.

+ Também é importante não mudar os vasos de lugar. Se for realmente preciso, faça isso de forma lenta e gradual, para que a espécie consiga se adaptar novamente. Uma mudança repentina pode ocasionar uma queda drástica de folhas.

+ Crie o hábito de passar um pano úmido nas folhas para retirar o pó e deixá-las mais bonitas. Ao descartar uma folha ou um galho seco, passe um pouco de canela em pó no local do corte. O ingrediente é um cicatrizante natural e impede a entrada de fungos e doenças.

Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/noticia/2016/05/13-plantas-para-cultivar-dentro-de-casa.html

04/07/2017 - 12H40 - TEXTO | STÉPHANIE DURANTE

Bênçãos!
Namastê!



30 de julho de 2017

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 13 - BOLDO



EPISÓDIO 13

O episódio de hoje está sendo dedicado ao querido Boldo, também conhecido como Boldo-brasileiro, Falso-boldo, Boldo-da-terra ou Boldo-do-jardim. Seu nome científico é Plectranthus barbatus Andrews e tem origem na Índia.

O verdadeiro boldo (Peumus boldus) é uma arvoreta do Chile cujas folhas secas e quebradiças com cheiro de mastruço são encontradas no comércio, mas não é cultivado no Brasil.


Forma de uso / dosagem indicada: Usa-se o chá ou extrato aquoso feitos de preferência com a folha fresca. O chá é do tipo abafado (infusão), feito com 3 a 4 folhas com água fervente, em quantidade para uma xícara (de chá). Toma-se 1 a 3 xícaras do chá.



Fitoenergética


- Equilibra o excesso de Ego e o excesso de expansão da consciência;

- Limpa sofrimentos reprimidos;

- Elimina automartírio e autodepressão;

- Possibilita posturas saudáveis em todas as situações da vida;

- Bloqueia a penetração de energias densas.


Propriedades medicinais


- Tônico (restaura energia);
- Eupéptica (facilita digestão);
- Hepática, colagoga (aumento da secreção da bílis);
- Colerética (estimulador da bílis);
- Calmante e anti-reumática;
- Carminativa (eliminador de gases intestinais);
- Diminui os efeitos das bebidas alcoólicas;
- Estomáquica (favorece a digestão);
- Antioxidante, antifúngico e antibacteriano.



Estudos farmacológicos feitos com seu extrato mostraram que possui ação hipo secretora gástrica, reduzindo não só o volume de suco gástrico, como a sua acidez. Pode ser usada, portanto, no tratamento para controle da gastrite, na dispepsia, azia, mal-estar gástrico (estômago embrulhado), ressaca, e como amargo estimulante da digestão e do apetite.

Contraindicações


Não obstante, o abuso de Boldo pode causar toxicidade.

Contraindicado durante a gravidez e o aleitamento pois pode ser abortivo.

Apesar de facilitar tanto o funcionamento da vesícula como do fígado, em caso de obstrução das vias biliares, evite consumir infusões de boldo, já que estimulam a secreção de bílis, o que poderia agravar seu quadro obstrutivo.

No caso de infusão, não mais de 4 xícaras diárias.

Evite consumir esta infusão se tomar medicamentos anticoagulantes.

Não é recomendável seu consumo se você sofrer de insuficiência renal.


Fonte: GIMENES, Bruno J. Fitoenergética – A Energia das Plantas no Equilíbrio da Alma. 6ª ed. Nova Petrópolis: Luz da Serra Editora, 2012.

http://www.luzdaserra.com.br/cha-de-boldo-poderes-ocultos-e-funcao-fitoenergetica

http://www.saudedica.com.br/os-10-beneficios-do-cha-de-boldo-para-saude/

http://www.cultivando.com.br/plantas_medicinais_detalhes/boldo.html

http://br.innatia.com/c-cha-de-boldo-pt/a-cha-de-boldo-contra-indicacoes-e-efeitos-colaterais-1624.html

Colaboração: Tânia Campos e Daniele Schutz.

Bênçãos!
Namastê!


28 de julho de 2017

DEVA DOS PINHEIROS, GNOMOS, E ELFOS DA FLORESTA – RELATO



Numa floresta perto de Celigny, Gênova.
Sexta-feira, 13 de junho de 1924.

Enquanto eu contemplava as fadas e os gnomos que proliferam neste lugar, um deva da floresta surgiu na margem oposta da clareira. Ele possui uma ligação especial com o pinheiros, entre os quais ele se posta. É interessante notar que, enquanto eu o estudava, um grupo de silfos passou por sobre o topo das árvores. O deva olhou para cima e em seguida nos olhou de esguelha, como a indagar se os tínhamos avistado. Ele se sente muito à vontade entre as árvores, como se fosse o seu proprietário, sendo que, na sua vestimenta – ou melhor, naquelas porções de sua aura que se assemelham a um traje - observam-se franjas e trançados como aqueles que pendem dos pinheiros. Sobre a cabeça, há um leque muito brilhante de cores luminosas, que, combinadas com as franjas, dão-lhe um aspecto de índio norte-americano, com seu cocar de penas e suas roupas esfiapadas.*

Tenho certeza de que ele se acha neste lugar desde tempos imemoriais, quando tudo era inóspito e inabitado. Ele parece ser bastante comunicativo e demonstrar uma atitude de maior familiaridade com os homens do que a maioria dos devas. Parece ser uma característica especial desta região o fato de o reino dos homens e o reino dos devas se apresentarem tão intimamente ligados: sinto que os devas não são tão remotos e que a comunicação é mais fácil.

Ele está me mostrando  um pouco do seu método de trabalho. Possui a faculdade de expandir consideravelmente a sua aura, de modo a abarcar um grande número de árvores. Ele se coloca junto delas, absorve, por meio de um processo bastante parecido com o da inalação, uma determinada quantidade de energia natural, concentrando a sua aura em torno do grupo de árvores sobre o qual pretende agir, para então liberar a sua energia com um efeito altamente estimulante, o que tem como resultado o aceleramento do ritmo de atividade dos espíritos da Natureza, estimulando e incrementando o progresso da consciência incorporada às árvores (esse estímulo parece provocar uma resposta das tríades monádicas através dos átomos permanentes).

Quando se desloca pelo espaço, ele dispõe as suas forças áuricas de modo a que elas se dobrem, por assim dizer, às suas costas, provavelmente a fim de que elas ofereçam o mínimo de resistência à liberdade de seus movimentos. Quando ele se acha em repouso, a sua aura volta aos poucos a ocupar a sua posição normal, e então tem-se a nítida impressão de grandes asas. Tais asas áuricas não são usadas para o voo; a sua configuração resulta antes da maneira pela qual ele dispõe as correntes de força que vibram através de sua aura.

Ele retorna, agora, da floresta, acompanhado por um belo espírito da Natureza, semelhante a uma encantadora jovem, com roupagens alvas e finas, através das quais se entrevê as suas formas. Ela surgiu da floresta a um chamado seu, feito com a mão esquerda estendida, e flutuou graciosamente pelo ar em sua direção, segurando-lhe a mão com indisfarçável alegria, mas também com alguma submissão. Existe, sem dúvida, uma certa afeição entre eles, sugerindo um relacionamento humano de pai e filha, mas contendo também algo de companheirismo. Ela mantém ligação com uma das árvores; alguma porção da constituição psíquica da árvore penetra nela, e essa ligação se mantém durante o tempo da separação. Tão logo foi liberada pelo deva, imediatamente retornou à aura de isolamento magnético proporcionada pela árvore. Suponho que se trate de um espírito da árvore.

Existe neste lugar uma espécie peculiar de gnomos que flutuam pelos arredores com suas longas pernas informes roçando a relva; sua cor é marrom-escura, e seu corpo homogêneo é de textura esponjosa. Os braços terminam numa espécie de punhos cerrados e seus pés em pontas. O rosto é escuro, de cor marrom, e suas vibrações são todas elas um tanto estranhas e sobrenaturais. Uma pessoa sensível, aproximando-se do lugar durante a noite, seria capaz de senti-las.

Nas raízes das árvores, existe também uma interessante variedade de elfos da floresta, um grupo dos quais nos contempla com indisfarçável curiosidade a cerca de vinte metros (20m) à nossa esquerda. Possuem grandes cabeças com orelhas longas e pontudas que se projetam para os lados. Os corpos são muito pequenos para o tamanho da cabeça, e sua expressão revela uma mentalidade bastante inferior na escala de evolução. Eles correm e se divertem por entre as folhas mortas, reunindo-se às vezes para formar como que um anel e, de mãos dadas, rodear uma árvore ou um grupo de árvores, executando uma curiosa dança. Parecem habitar as raízes das árvores, pois é delas que os vejo surgir ao nível do chão, como alguém que transpusesse a soleira de uma porta.


*Parece razoável supor-se que os cocares de penas pintadas usados pelos índios são copiados das auras dos espíritos da Natureza, com os quais eles se assemelham.



Nateby, Lancashire. 1º de setembro de 1922.

Este é um bosque pequeno e comprido, formado por olmos e freixos bem desenvolvidos, com cerca de meio acre de extensão. Ele se distingue dos estudados até aqui pelo fato de ser habitado por um único espírito da Natureza, cujos métodos de trabalho são também, por sua vez, incomuns. Trata-se de um deva consideravelmente desenvolvido e que atua sobre o bosque de um ponto no espaço situado a cerca de 90 metros acima do topo das árvores.

Embora assexuado, a sua figura é positivamente masculina. Suas cores principais são o carmim vivo e o dourado; o rosto é singularmente belo, os olhos brilhantes e misteriosos; abaixo dos ombros, a figura se torna indefinida em meio ao forte influxo da aura, que abarca todo o bosque, encerrando-o num confinamento áurico. Aí observa-se um fluxo dirigido verticalmente para o alto e que parte do centro da aura do deva; psiquicamente, o todo parece maciço, sendo o espaço interior do envoltório áurico inteiramente preenchido por finas linhas de força.

O deva permanece um tanto imóvel e, a julgar pela expressão de seus olhos, extremamente vigilante e atento. Às vezes com um movimento dos braços, ele direciona os fluxos de energia; a figura, no seu todo, constitui uma das visões mais belas que já me foram dadas presenciar.

A aura do deva propriamente dita configura uma maravilhosa forma ovóide, com matizes brilhantes, predominando os matizes das cores já mencionadas, e que alcança uma altura de algumas centenas de metros: ela resplandece e cintila como uma Aurora borealis, enquanto a sua porção inferior, que abarca a floresta, desfaz-se em graciosas curvas e possui uma cor carmim, acrescida de finos pigmentos ou centelhas douradas em volta dos fluxos.

Suas dimensões são um dado de interesse: a sua altura, do nível do chão ao ponto mais elevado da aura, é de cerca de 45 metros, sendo que a copa da floresta possui aproximadamente a extensão de 16 x 27 metros.


Fonte: Livro O Reino dos Devas e dos Espíritos da Natureza – Geoffrey Hodson. Editora Pensamento.
Tradução do livro: Hugo Mader.

Bênçãos!
Namastê!




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