background

17 de janeiro de 2018

ELOHIM VISTA - "INTRODUÇÃO AO REINO ELEMENTAL"



Temos muitas funções a desempenhar a fim de proceder ao que nos cabe realizar como parte da Grande Obra. Somos construtores, o que significa dizer que co-criamos a partir da manipulação dos alicerces, dando impulso criativo para que haja a sustentação de tudo o que compõe à existência. O Reino Elemental existe eternamente, ocupado que está com a execução de mecanismos que traduzem às Supremas Leis em movimentos e formas, significados e interações. Dividimos as atribuições entre classes e ordens hierárquicas, as quais se diferenciam segundo a natureza e a abrangência de suas ações.

Realizamos o que pretendemos realizar, de acordo com os propósitos de Deus, como Servidores do raio azul do seu Supremo Coração. A denominação que nos foi dada tem relação especificamente com as atribuições que nos cabem desempenhar, pois atuamos com os elementos da natureza, partindo da aplicação das Leis Divinas para, então, manifestarmos os efeitos de nossas manipulações na forma e nas funções das partes constituintes da vida e de seus mecanismos. Para tanto, temos que mantermo-nos interligados em uma teia abrangente, a qual envolve desde hierarquias cósmicas aos seres elementais das regiões planetárias.

Tais teias hierárquicas existem a fim de dar continuidade e garantir a união do Reino em torno de um só pensamento. Dentro dela existem os administradores das regiões cósmicas, os quais têm acesso direto e contínuo à Morada Eterna. Estes seres cuja consciência encontra-se em estado sublimado, atuam de maneira interdimensional, concatenando (ligando e harmonizando) intenções e planejando estratégias para o nível da ação universal. Os Seres Cósmicos dos Elementos são os hierarcas de mais alto grau dentro da estrutura hierárquica que nos contém e, a partir da qual, são estruturados todos os pormenores de nossa ação interplanetária e planetária. Eles transferem instruções aos Seres Divinos do Grande Sol Central, e concretizam ações através de tais transferências de encargos e outros tipos de realizações.

Os Servidores dos Elementos que se encontram associados ao Sol Central pertencem a três categorias: Devas dos Elementos, Dirigentes das Classes e Grandes Elohim. Dentre eles estão muitos seres cuja consciência abrange um planeta ou um sistema de planetas ou ainda o próprio Sistema do Sol Central, de modo que eles podem manipular de blocos de energias e vibrações que têm grande abrangência. Estão empenhados em estabelecerem as estratégias de ação dos Elementais, os quais se encontram mais diretamente vinculados às manipulações propriamente ditas dos elementos, em situações planetárias ou afins. As diferentes categorias trabalham em uníssono de intenções, de modo que Devas e Dirigentes se complementam na interação com os Elementais, enquanto os Grande Elohim se mantém mais envolvidos com questões administrativas do âmbito do Sol Central.

Eu pertenço a uma categoria de Seres dos Elementos cujas atribuições são bem específicas, os Elohim. Temos atribuições de âmbito planetário, cabendo-nos a ação de dirigência da manipulação dos sete raios e das interseções que se formam entre as suas subdivisões.  A parte da co-criação que nos cabe realizar se faz a partir de tais interseções, e precipita a inúmeros detalhes do Plano Divino, para cada um dos planetas onde devemos atuar. Na Terra, formamos a congregação dos sete Elohim, cada um dos quais se encontra bipolarizado, de modo a aumentar as nossas possibilidades de ação. Os sete raios são nossos instrumentos de trabalho e, portanto, temos que praticar incansavelmente às Supremas Leis, das quais extraímos a Sabedoria que se faz necessária para a realização das tarefas que precisamos executar.

Dentre as atribuições que nos cabem, temos que direcionar à ação integrada entre os Elementais e os Seres Divinos do Grande Sol Central. São os Elementais que de fato manipulam mais diretamente às configurações de tudo o que compõe à forma e às cadeias de mecanismos que sustentam à forma nas regiões planetárias. Eles contêm diferentes maneiras de atuar, o que os identifica como seres pertencentes a uma ou outra classe em particular. As diferentes classes de Elementais se relacionam, cada uma delas, a um dos quatro elementos da natureza. Há, portanto, os Elementais da Terra, da Água, do Fogo e do Ar. Todos os eventos naturais, mesmo aqueles que têm feições catastróficas, são manipulados por estes incansáveis seres.

É possível perceber-nos a partir da observação da natureza e dos eventos que a representam. Sempre que houver processos de transformação dinâmica e de movimentação de situações e de seus componentes, haverá a presença do Reino Elemental. A sintonização com as diferentes categorias e com alguns dos representantes do Reino em particular pode ser obtida através da aplicação de certos elementos alquímicos simbólicos. Porém, o contato com a natureza é de fato a principal estratégia para que um ser humano possa alinhar-se com os Elementais e seus Dirigentes. Vale a pena tentarem intensificar seus momentos de permanência próximos de aspectos naturais de suas vidas diárias e, então, estarão dando-se a chance de talvez poderem conquistar o acesso ao Reino Elemental.

Acima de tudo, lembrem-se que desejamos manifestar à Perfeição que existe nos mecanismos de co-criação de Deus e, portanto, somos inspirados a estarmos sempre juntos daqueles que se realizam enquanto dão oportunidade para que as leis naturais se expressem, manifestando às Supremas Leis. Quanto maior é a destruição dos ambientes e das paisagens, mais intensa é a ruptura com nossos padrões de vibração. Queremos estar entre vocês, mas, para tanto, precisamos de sua colaboração. Estejam atentos para que não corrompam com os mecanismos que espontaneamente se expressam através de qualquer aspecto do meio em que convivem. Pretendam manter a vida em plena manifestação e certamente estaremos ao seu lado, irmanados na causa da humanidade planetária.

Elohim Vista (17/10/12)


Fonte primária: Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://shamballaeagrandefraternidadebranca.blogspot.com.br. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

Fonte secundária: http://ochamadodaluz.blogspot.com.br/2012/11/introducao-ao-reino-elemental.html


15 de janeiro de 2018

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 23 - ALCAÇUZ



EPISÓDIO 23

O episódio de hoje está sendo dedicado ao Alcaçuz. O regaliz ou alcaçuz (Glycyrrhiza glabra L.) é uma espécie de planta com flor pertencente à família Fabaceae. Possui raízes adocicadas, ricas em glicirrizina e das quais se extrai um xarope usado em confeitaria, em medicamentos para tosse e na produção de alguns tipos de cerveja.

Esta planta teve sua origem na Europa e até os Egípcios já a utilizavam. É de fácil aceitação porque tem um sabor doce e muito agradável que se deve a glicirrizina que tem o poder de adoçar 50 vezes mais que a sacarose e de enriquecer o cacau.


É considerada uma das mais importantes plantas a nível terapêutico, sendo o seu espectro de utilização bastante amplo. As suas propriedades benéficas têm sido exaustivamente investigadas, mas o seu uso data de há vários séculos. Existem, por exemplo, referências bibliográficas às virtudes do alcaçuz, por parte dos Gregos.


As maiores propriedades desta planta estão na raiz. A melhor maneira de utilizá-la é em chá. Você também pode encontra-la em cápsulas.


De 10 a 50 gramas de raiz de alcaçuz
1 litro de água filtrada

Modo de preparo:

Em um recipiente coloque 1 litro de água para ferver por 10 minutos juntamente com a raiz. Depois é só beber 2 ou 3 xícaras de chá ao dia.


Fitoenergética


Ajuda muito na memória; ter boa percepção e entendimento de tudo que é novo.  Atua em todos os chakras e tem polaridade Yang.

Propriedades Medicinais

Se você busca pelo equilíbrio o uso do alcaçuz é comprovadamente benéfico para:

O fígado;
Equilíbrios hormonais;
Úlcera;
Bronquite;
Diabetes;
Tétano;
Viroses;
Dermatite;
Gripe;
Problemas de mau hálito;


 Suas propriedades vão além disso, esta planta é:

Anti-inflamatória; Diurética; Antiespasmódica; Antimicrobiana; Expectorante; Mucolítico; Antioxidante; Laxante; Antisséptico. 

Desintoxicante, podendo ser utilizado para o emagrecimento. Ajuda a controlar o colesterol; melhora o metabolismo, ajudando a queimar mais gorduras.

Contraindicações

Seu uso está contraindicado em casos de:

Gestantes; mulheres que estejam amamentando; pessoas com anemia; com pressão alta; com glaucoma; problemas cardíacos; para quem usa anticoncepcionais orais e remédios para reposição hormonal.

Por mais que seja natural quando utilizada em excesso pode causar:

Retenção líquida;
Aumentar a pressão sanguínea;
Diminuir a concentração de potássio no organismo;
Causar dor abdominal;
Dificuldade para respirar.


Fonte: GIMENES, Bruno J. Fitoenergética – A Energia das Plantas no Equilíbrio da Alma. 8ª ed. Nova Petrópolis: Luz da Serra Editora, 2016.

http://www.vidadequalidade.org/o-que-e-o-alcacuz-e-para-que-serve/comment-page-2/

https://www.dietaeboasaude.com.br/alcacuz-blog-dieta-e-boa-saude/

Colaboração: Maria Isabel (Terapeuta Fitoenergética).


12 de janeiro de 2018

PLAYLIST MUSICAL - GAIA, REINO DÉVICO E ELEMENTAL



A música, quando feita e usufruída com um propósito elevado, é um elemento de incrível pureza e conexão com as Egrégoras de Luz, essa postagem tem como objetivo principal deixar algumas sugestões de músicas que ajudam na conexão com Gaia e o Reino Dévico e Elemental.

Indicadas para meditações, vivências pessoais ou em grupo, orações/preces para a Natureza, ou simplesmente elevar a vibração do ambiente, há diversos usos! Selecionei algumas específicas e outras mais gerais, e ao longo do tempo irei incluindo mais músicas.

Segue abaixo a playlist que está no meu canal do Youtube:



Namastê!

10 de janeiro de 2018

UM (1) ANO DE "ENCONTRO COM A NATUREZA" - AGRADECIMENTO E CRONOGRAMA 2018



Saudações Dévicas! Essa é uma postagem de profundo agradecimento a todos os leitores e simpatizantes com o Blog Encontro com a Natureza, que hoje dia 10 de janeiro de 2018 já se encontra com mais de 400 mil visualizações, a página no Facebook vem crescendo muito também, com o intuito de expandir esse maravilhoso ponto atrator!

Este mês completa um (1) ano de Blog e quando decidi concretizar essa ideia não imaginei que cresceria tanto em tão pouco tempo, é uma honra e uma Gratidão sem tamanho ancorar essa força aqui na superfície, em Ser um Representante do Reino Dévico, como disse uma querida amiga da aldeia de Éridan: "levar a Luz deste Reino para a superfície... para que você seja um reflexo de todos nós" assim como muitos outros já o fazem, cumprirei minha missão com maestria em Amor e Unidade!

Temos um apoio gigantesco dos "reinos invisíveis", basta abrirmos o coração, expandindo a consciência. Agradecendo pelo Amor, confiança, e sabedoria, entregue a nós diariamente.

Profunda Gratidão a todos! Que as fontes de Luz que jorram da Natureza se expandam, em nós, nesse lindo planeta, alinhados a Consciência Crística e ao Plano Divino Cósmico. 

Bênçãos sempre!

Leony


---------------------------

Referente ao Cronograma para este ano, a série Sabedoria Divina da Natureza ganha uma nova colaboradora (Maria Isabel - Terapeuta Fitoenergética), onde traremos todo mês informações sobre duas (2) plantas, história; imagens, função fitoenergética; propriedades medicinais; dicas; etc, de forma resumida.

Ao longo deste ano pretendo trazer mais informações sobre o Reino Elemental através de Canalizações confiáveis dos Elohim.

Mais sobre o Reino Angélico, que é um setor do Reino Dévico, tão amplo em suas diversas hierarquias, beleza, e sabedoria.

Relatos mediúnicos, mais sobre a consciência arbórea, mensagens de Gaia, e mensagens dévicas do Reino Vegetal.

Não somente em leitura mas também conteúdo em áudio através do meu canal no Youtube.

Mais informações sobre o Reino Mineral e o Reino Animal.

Relacionamento e trabalho da Humanidade em sintonia com os demais reinos.

Mais meditações e vivências, reflexões, e dicas de como colaborar e expandir com a Natureza, e também três (3) novas páginas/abas que serão incluídas ao longo deste ano.

Feliz 2018! Novo ciclo de realizações, um ano de pequenas colheitas e muito mais Amor e Alegria! Rumo a expansão de nossas consciências em sintonia com o Cosmos e nossa amada Mãe Terra.



Namastê!


27 de dezembro de 2017

RELATO - DEVAS DO FOGO, E TRABALHO DO DEVA VULCÂNICO NA NOVA ZELÂNDIA




4 de maio de 1977 Auckland.

[Sentado no carro na beira mar, em Mission Bay, de frente para a ilha de Rangitoto, Geoffrey descreve a vida interior da montanha].

A principal atividade elemental está abaixo do solo, onde se encontra a cratera, e bem abaixo dessa existem muitos devas do fogo astro-mentais e espíritos da natureza menores, todos do fogo. Evidentemente, a condição vulcânica ainda existe bem abaixo da cratera.

Algumas erupções etéricas e astrais do elemento fogo estão ocorrendo naqueles níveis e os elementais estão muito ativos participando do jogo de forças vertendo para cima e procurando se espalhar.

O principal deva vulcânico partiu, creio eu, quando a última erupção finalmente se aquietou, reduzindo grandemente os movimentos para cima e para fora das energias elementais que o deva original estava encarregado, assim me parece. Ele era colorido de forma brilhante, apresentando uma aura com um efeito parecido como de um papagaio, na medida em que os diferentes níveis de fogo e de outras energias ativavam sua aura.

O deva de fogo vulcânico original, cuja presença está preservada nos Registros Akáshicos da Ilha de Rangitoto, possuía e apresentava, como visto de forma clarividente nos níveis Astro-Mental II e Mental I, áreas de sua aura correspondendo especialmente a onde o corpo existe num ser humano. As cores reluzindo no interior desse deva são extremamente brilhantes, escarlate, da cor da chama, vermelho profundo e também amarelo dourado e o muito vívido verde da grama.

De seus “ombros” uma tremenda irrupção de energia de um colorido brilhante estava se elevando para o alto no ar, como se de fontes profundas de dentro do “corpo” do deva, reluzindo com as cores púrpura, verde claro, amarelo claro e os efeitos de algumas combinações dessas em certos lugares. Isso fazia com que o deva parecesse estar “coroado” com uma maravilhosa grinalda dessas cores em todos os lados e diretamente acima, forças áuricas poderosas que estavam irradiando de forma quase imensurável para minha visão limitada.

Esse deva, tendo abandonado a área, como eu sugeri, e “voado” em direção ao centro da Ilha do Norte, é agora, imagino, parte de um grupo muito grande de devas do fogo planetários associados com o vulcão Ngauruhoe.

Ngauruhoe

Num determinado momento, depois que o vulcão Rangitoto foi extinto por enquanto, e pelo menos superficialmente, um deva da paisagem “assumiu o controle” ou foi “designado” para o vulcão Rangitoto. Esse ser não parece estar diretamente associado com o elemento do fogo, mas com o da terra. Ele é, em comparação e num grande contraste, um anjo tranquilamente pacífico associado não só com Rangitoto, mas com outras ilhas e o oceano ao redor.

Esse deva está principalmente preocupado com a evolução da vida no interior das substâncias com que a ilha foi construída, terra e outros minerais e, mais especificamente, com o reino vegetal, a evolução do qual é constantemente acelerada pela radiação de sua aura. Ele também está muito benignamente ciente dos Egos dos seres humanos dentro do âmbito de sua consciência, especialmente daqueles que estão velejando no Golfo de Hauraki e no Porto de Waitemata. A forma interior e a aura alcançam pelo menos 30 metros de altura, enquanto as radiações alcançam além da própria ilha. O deva do Parque de Cornwall parecia estar observando essas tentativas de investigação, algo como que na posição de um instrutor.

Entendo que o Arcanjo Bethelda também está associado com essas pesquisas, as distâncias planetárias não tendo para Ele nenhum significado.

Mais sobre Elementais do Fogo Aqui.

Mais sobre Geoffrey Hodson Aqui.

Fonte: Livro Luz do Santuário - Geoffrey Hodson. Traduzido por Raul Branco.


25 de dezembro de 2017

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 22 - HIBISCO



EPISÓDIO 22

O episódio de hoje está sendo dedicado ao Hibisco. O chá de hibisco, especialmente o que é feito com as flores do Hibiscus sabdariffa, também conhecido como vinagreira no Brasil, e como “sorrel” ou “roselle”, "quiabo-roxo", "caruru-azedo", ou ainda “karkade” em Egípcio, é uma bebida conhecida em todo o mundo. Na antiguidade, faraós egípcios tomavam chá de hibisco para refrescar e controlar a temperatura corporal. No Irã, as flores de hibisco são utilizadas para acalmar a mente e melhorar problemas de sono.



O chá de hibisco é obtido a partir da infusão do cálice do botão seco da flor Hibiscus sabdariffa, e não daquele tipo de hibisco encontrado habitualmente em jardins (que também pertencem ao gênero Hibiscus, mas são das espécies Hibiscus rosa-sinensis e Hibiscus syriacus).

A flor do hibisco na Natureza é grande e exuberante possuindo variações de cores que vão do branco ao rosa, vermelho, laranja, roxo ou amarelo. Historicamente o Hibisco é conhecido como "Mimo de Vênus", e em grego representa Ísis que foi uma deusa da mitologia egípcia, cuja adoração se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano. Ísis foi cultuada como modelo da mãe e esposa ideais, protetora da Natureza e da magia, relacionada também a maternidade e fertilidade, e como deusa da simplicidade, protetora dos mortos e das crianças de quem "todos os começos" surgiram.



Originário da China, Sudeste da Ásia, Polinésia e Hawaii, o hibisco tem como características a abundância de flores que se renovam num curto ciclo de troca, e uma grande diversidade de formas e cores.

O chá de hibisco tem coloração rosada e sabor agradável - próximo ao da framboesa - e, ao contrário da maioria dos chás, é servido frio.

Chá de hibisco:


Colocar uma colher de chá da erva em uma xícara de água fervente e deixar ferver por 3 minutos, apagar o fogo e deixar em infusão por 5 minutos, coar e beber. Ele pode ser consumido aquecido ou gelado, dependendo da temperatura ambiente e do gosto de cada um.



Fitoenergética

Aumenta o amor e a libido tanto em homens quanto em mulheres (essa função é mais bem aproveitada quando se toma um banho com infusão da planta); são utilizadas para remover obstruções do primeiro chakra (o chakra raiz ou chakra básico); aumenta a concentração para a meditação; excelente para a clarividência, é muito utilizado em banhos para quebra de feitiços e magias; tem importância similar à flor de lótus em cerimônias sagradas, ajudando a purificar o coração, a mente e a alma; ajuda a eliminar o excesso de consumismo material, induz ao desapego; ajuda a ser realista, ter os pés no chão; ajuda a eliminar vícios, especialmente o tabagismo.

Como uma flor ligada ao amor, à Deusa Vênus e a libido, é uma planta que traz o equilíbrio para as relações, evitando amores doentios e exagerados, ajuda a saber dizer não quando necessário.

Estimula a aproveitar somente o que é real na vida.


Propriedades Medicinais

Ajudar a emagrecer porque é um ótimo diurético e também ajuda na queima de gordura;

Melhorar a prisão de ventre porque tem ação laxante;

Combater as doenças do fígado e desintoxica este órgão porque ele impulsiona o funcionamento deste órgão;

Aliviar as cólicas menstruais porque tem ação analgésica;

Combater gripes, resfriados, tosse e a febre porque tem ação expectorante, que facilita a retirada das secreções;

Combater a seborreia no couro cabeludo porque tem propriedades anticaspa;

Aliviar a dor de estômago devido a ação analgésica e por ter efeito calmante;

Reduzir as taxas de colesterol, a pressão e a glicose no sangue porque possui propriedades anti-hipertensivas;


Retardar o envelhecimento da pele porque é rico em antioxidantes.


Contraindicações

O chá de hibisco, apesar de trazer muitos benefícios, não deve ser consumido em excesso, uma vez que, devido à sua ação diurética, pode acabar eliminando nutrientes essenciais para a saúde. O consumo é contraindicado para gestantes e lactantes, pois o chá pode oferecer riscos na estruturação dos genes do bebê. É contraindicado ainda para pacientes com pressão baixa, por atuar na redução da pressão arterial, pode causar tonturas, fraqueza e sonolência.


FonteGIMENES, Bruno J. Fitoenergética – A Energia das Plantas no Equilíbrio da Alma. 8ª ed. Nova Petrópolis: Luz da Serra Editora, 2016.

http://www.siguta.com.br/2013/10/o-poderoso-hibisco.html?m=1

http://www.wemystic.com.br/artigos/as-propriedades-misticas-do-cha-de-hibisco/

https://www.chabeneficios.com.br/cha-de-hibisco-beneficios-e-propriedades/

https://www.tuasaude.com/hibisco/

Colaboração: Maria Isabel (Terapeuta Fitoenergética).

Gratidão!
Bênçãos!

22 de dezembro de 2017

RELATO - "NATAL EM HUIZEN" - GEOFFREY HODSON



Sugestão de música:



Natal em Huizen (Países Baixos, Holanda do Norte), 1925.

Ter o privilégio de estar no grande centro Europeu ou em suas vizinhanças, de ser recebido na Casa do Mestre – De Duinen – de participar nos serviços da pequena igreja de São Miguel e Todos os Anjos, é ser atraído para o verdadeiro coração da realidade.

Na verdade seriam muito toscos os sentidos daquele que não pudesse responder ao poder, à maravilha e à alegria e beleza com que o lugar está literalmente saturado.
Mais forte do que tudo, talvez, é a sensação de poder; ele pode ser sentido, à medida que nos aproximamos, até uma distância de meio quilômetro do local; em seu coração existe uma paz perfeita, uma completa tranquilidade, mas isto se manifesta exteriormente como um grande vórtice de energia, cujo efeito pode ser muito perturbador até que a pessoa encontre o que eu só posso descrever como a estabilidade giroscópica no coração. 

Ali se encontra uma tranquila imobilidade, uma calma que nenhum agente externo pode perturbar.
O senso de maravilha é produzido por muitos fatores; para alguém que pertence ao agitado mundo externo, sobrevém um crescente sentimento de espanto, para descobrir uma grande verdade fundamental e espiritual e tornada claramente manifesta neste mundo ilusório que o hábito nos levou a considerar como existência concreta. Ali encontramos liberdade de todos os impedimentos pessoais, uma completa dedicação altruísta e impessoal, sem quaisquer pensamentos sobre o eu, sobre recompensa, sobre ambição, mesmo que espiritual, com que tão amiúde o homem polui suas oferendas a Deus. Em Huizen sentimos que não existem fronteiras fechadas, nenhuma limitação auto-imposta em relação ao mundo exterior, como se no coração de uma grande e populosa cidade existissem um belo jardim privado, continuamente embelezado por flores adoráveis, com gramados suaves e bem cuidados, e muitas árvores sombreadas sem qualquer cerca para defendê-lo ou qualquer aviso impedindo a entrada; ao contrário, o espírito do encantador jardim dos Mestres em Huizen é o de boas vindas a todo o mundo, para que desfrutem de suas belezas e sua paz.

Os anjos visitam Huizen. Eles vêm não apenas com o propósito de trabalhar em conexão com o centro, mas para que também eles sejam revigorados e elevados, assim como seus irmãos humanos. Parece haver um sistema de treinamento para anjos recém-individualizados trazidos por seus irmãos mais velhos, onde são banhados no poderoso magnetismo e aprendem seu trabalho e como encontrar a Senda.

Em minha experiência a respeito do reino dos anjos – mesmo que diminuta – jamais encontrei tanta amistosidade e prontidão para cooperar.
Muitos estão engajados no trabalho de defesa. Um grande centro como Huizen não é criado e mantido sem oposição. Há oposição do mundo comum, no qual ainda infelizmente se encontra muita hipocrisia, intolerância, ódio e ridículo sobre qualquer coisa que vá contra os preconceitos humanos ou esteja além de seu entendimento. Há oposição também daquelas seções da comunidade Cristã que, negando o amor todo-abarcante de seu Fundador, desdenha um “novo” movimento religioso que inclua todas as outras fés em uma única grande fraternidade, que daria livremente aos homens tanto conhecimento dos mistérios de Deus quanto o que fossem capazes de receber, que elevaria os homens das trevas da ignorância espiritual na qual eles quase parecem que se detêm por vontade própria. A oposição não vem apenas disto, mas também daqueles que deliberadamente escolheram o caminho da separatividade como seu caminho para Deus.




Durante minha breve estada, senti em mais de uma ocasião que eram feitas tentativas definidas de encontrar um lugar de penetração, uma fraqueza, uma brecha que não foi
guardada, uma fresta na armadura que guarda a unidade dos irmãos que ali trabalham através da qual pudesse ser feito um ataque.

Grande como indubitavelmente é o privilégio de viver ali, também grande é a responsabilidade, pois a menos que possa ser mantida uma perfeita harmonia, um perfeito entendimento, uma completa tolerância mútua e um permanente senso de unidade em uma grande obra, a fraqueza da humanidade se manifestará e através dela o ataque será feito. Não é agradável contemplar o Karma de pessoas ou grupos que ocasionam a entrada de forças disruptivas. Até onde se pode avaliar no presente, parece não haver perigo de tal catástrofe, e os devas trabalham com uma tão perfeita unidade, um consenso tão absoluto, que sua vigilância e o feliz afeto e respeito mútuo de seus colaboradores humanos provê uma defesa impenetrável. A contemplação destas coisas produz um sentimento de maravilha.

Durante as celebrações Natalinas a sensação de alegria me pareceu ser a nota predominante; ela brilhava nas faces do sacerdote, no acólito e em toda a congregação; penetrava toda a atmosfera da estação festiva. Nunca antes o significado do Natal me pareceu tão claro e sua mensagem tão real, como se os anjos continuamente nos cantassem: 

“Elevai vossos corações com alegria, pois Cristo em verdade nasceu entre os homens – em verdade Ele está agora convosco!”.

A consciência do Cristo interno parecia ter sido desperta, como se Ele enfim viesse a morar no coração e, com a brilhante radiância de Sua vida, as pétalas da rosa mística começassem a se abrir para revelar um pouco de Sua beleza.

Nesta atmosfera de comunhão interna e júbilo, transcorreu o Natal; em 28 de dezembro [Algumas semanas depois que isto foi escrito chegaram notícias de que o Senhor havia falado mais uma vez na grande assembléia de jubileu da Sociedade Teosófica em Adyar, em 28 de dezembro de 1925], uma nova luz pareceu brilhar sobre nós, trazendo-nos um maior sentimento de Sua proximidade física e humana, como se o significado literal do Natal fosse entendido, e aquela Presença que está em milhares de altares se aproximasse de nós, de uma forma diferente e mais humana; à medida que a semana passava este sentimento se aprofundou, e a mensagem da Estrela se combinou à da Igreja; alguns de nós sentiram que uma santa felicidade havia passado pela face da Terra, porque o Senhor havia tão graciosamente entrado em nossos corações e também veio em uma visitação externa e objetiva. Assim de fato o Natal foi um tempo de júbilo. Onde quer que haja anjos há beleza. Huizen, sendo um centro angélico, é portanto um lugar onde a beleza está sempre manifesta. Os anjos parecem dar boas-vindas a todos os que cruzam seus portões; algumas vezes eles cumprimentam seus irmãos devotos em seu caminho para a igreja e, na noite passada, depois da bênção solene, á medida que caía a escuridão da última noite do ano, pareceu-me que dois anjos se moviam um de cada lado nosso enquanto caminhávamos para casa. Suas auras se tocavam à frente e atrás de nós, e na encantadora atmosfera de sua amizade protetora, sentimos que verdadeiramente está chegando o tempo em que uma vez mais os anjos caminharão com os homens.

Muitos eram vistos voando pelo ar de volta á igreja: talvez assim, na última noite do ano que encerrava, eles acompanhassem de volta para suas casas todos aqueles que haviam se juntado a eles no culto e no louvor.

Durante os serviços, sempre tão belos, os anjos pareciam se unir às pessoas e compartilhar de sua felicidade, mantendo um serviço unificado nos planos superiores. Verdadeiramente gloriosos foram os vislumbres que ocasionalmente captei de seu derramamento de devoção e amor, e como, em grandes grupos, eles “cantaram” conosco, até que todo o templo ocidental construído pela Eucaristia ficasse repleto com a música destes coros celeste. Além do alcance de minha visão limitada, senti outros “seres resplandecentes” mais majestosos e gloriosos desempenhando, em seus níveis, sua parte na construção do centro nos mundos internos.

Por mais estranho que possa parecer, um pouco desta beleza e santidade internas está começando a brilhar através de todos que tão zelosos trabalham aqui; às vezes quase perco o fôlego ao ver um corpo transfigurado, uma face com um brilho de santidade, como se uma transformação maravilhosa estivesse tendo lugar nos corações e mentes, assim como nos próprios átomos do corpo daqueles que, neste local, vêm regularmente para servir o seu Senhor. Eles próprios estão se tornando como os anjos, não só em aparência, mas na unanimidade de sua participação consciente no trabalho interno dos sacramentos. Firmes como estão no conhecimento da ciência da Igreja, o efeito produzido é extremamente rápido e seguro, e o templo, construído não por alguma mão, é erguido com perfeição exata e com um mínimo de esforço. O resultado de tudo isto é que na pequena igreja há uma atmosfera que só encontra paralelo em algumas das velhas catedrais da Europa, e de lá se irradia amplamente um poder e uma bênção que dificilmente se comparam em extensão até mesmo aos das maiores e mais antigas igrejas do Ocidente. No coração de toda esta beleza está o Amor, aquele Amor Divino e Perfeito que dissipa todo o medo e se irradia d’Ele que é o Coração do Mundo.




Em Huizen sentimo-nos tão perto d’Ele que em verdade somos “elevados à imensidão de seu Amor”. E assim, em Huizen, nasce a resolução de Ano Novo, de tentarmos viver de modo que Seu Amor possa brilhar através de nós com glória inalterada, não maculada por qualquer pensamento no eu, não empanada pela sombra de qualquer coisa impura, para que assim iluminados possamos de fato “exalar a fragrância de uma Vida Santa”. Das profundezas de
nosso coração agradecemos àqueles Grandes Seres que deram Huizen ao mundo, pois de lá emana uma influência que, se pudéssemos apenas usá-la, transformaria este nosso mundo entristecido em uma “sempre radiante estrela de amor”.

Deixem-me encerrar esta descrição completamente pobre com a prece de São Miguel e Todos
os Anjos:

“Deus todo-poderoso e eterno, com todos os nossos corações louvamos a Ti, pela glória de
Teus Santíssimos Anjos; agradecemos a Ti pela grande glória de Teus Santíssimos Anjos;
agradecemos a Ti por Sua sabedoria maravilhosa, Sua força suprema, Sua beleza radiante; e como Teu poder irresistível é usado sempre e completamente em Teu serviço, possamos assim, seguindo zelosos teu exemplo resplandecente, devotarmo-nos por completo à ajuda de nossos irmãos, através de Cristo nosso Senhor. Amém”.


Fonte: Livro O Reino Das Fadas – Geoffrey Hodson - Primeira Edição em 1927 - The Theosophical Publishing House - (Londres).

Bênçãos!

Imprimir ou Salvar em PDF