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25 de junho de 2017

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 08 - ESPINHEIRA-SANTA



EPISÓDIO 08

O episódio de hoje está sendo dedicado a uma planta poderosa e muito usada na medicina popular, a Espinheira-santa, que já era utilizada pelos índios há muito tempo, tem esse nome por causa de suas folhas, que tem pontas, lembrando espinhos e por ser considerada um “santo remédio”! A Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia) é uma árvore de porte pequeno, chega aos cinco metros de altura, ramificada e produz pequenos frutos vermelhos ou alaranjados. Tem fácil adaptação a solos mais úmidos, pode se desenvolver entre outras árvores, como o interior de bosques não muito densos ou a pleno sol. É ótima escolha para ações de conservação e uso sustentável.


Partes utilizadas da Espinheira-santa


Costumam ser utilizadas as folhas, as cascas e as raízes da espinheira-santa no preparo de chás medicinais, infusões que tanto podem ser usadas interna quanto externamente, para tratamentos cicatrizantes de pele.

Os índios brasileiros sempre utilizavam a espinheira-santa para combater tumores e daí veio um dos seus nomes populares: erva-cancerosa. Na medicina popular, esta planta é indicada para dezenas de enfermidades, especialmente do aparelho digestivo.

Fitoenergética



- Elimina vertigens; 
- Desintoxica o campo energético do sangue;
- Purifica os sentimentos de amor e compaixão; 
- Ajuda a filtrar emoções;
- Elimina as oscilações de humor, o mau humor e a timidez;
- Traz resistência energética contra resfriados.

Modos de uso da Espinheira-santa


As partes utilizadas da espinheira santa são as suas folhas, casca e raízes.

Chá de Espinheira-santa: colocar 1 colher (sopa) das folhas secas de espinheira-santa numa xícara e cobrir com água fervente. Deixar descansar por 10 minutos, coar e beber a seguir. Tomar 3 vezes ao dia.

Cápsulas de espinheira santa: tomar 1 ou 2 cápsulas de espinheira-santa antes das principais refeições.

Propriedades Medicinais



- Combate úlcera de estômago;
- Combate Gastrite;
- Males do aparelho digestivo;
- Trata tumores;
- Antisséptico;
- Antiespasmódico;
- Anti-inflamatória;
- Diurético (acaba com a retenção de líquidos, o que ajuda a emagrecer);
- Antiasmático;
- Antitumoral;
- Ajuda a combater o vício do álcool;
- Combate enfermidades do fígado;
- Trata a hidropisia pelo abuso do álcool;
- Cicatrizante;
- Tonificante.

Contraindicações


O consumo desta planta é proibido às gestantes, pois pode provocar contrações uterinas e até mesmo aborto. Lactantes também não devem utilizar a planta, já que reduz a produção de leite.

Efeitos colaterais da Espinheira-santa:

A espinheira santa pode causar sensação de boca seca e náusea, que desaparecem com o uso contínuo do medicamento.


Fonte: Fitoenergética – A Energia das Plantas no Equilíbrio da Alma – Bruno J. Gimenes

https://terapiasnehana.wordpress.com/2013/11/13/propriedades-das-plantas/

https://www.tuasaude.com/espinheira-santa/

http://www.remedio-caseiro.com/espinheira-santa-beneficios-do-cha-deste-santo-remedio/

Colaboração: Tânia Campos, Daniele Schutz, Nicole Fontana.

Agradecimento especial a querida Ivana Palmieri pela indicação dessa maravilhosa planta.

Bênçãos!
Namastê!


20 de junho de 2017

SILFOS EM COMUNHÃO COM UM DEVA AVANÇADO – RELATO DE CLARIVIDÊNCIA



Coneyhurst Hill, Hurtwood, perto de Ewhurst



17 de abril de 1926


Estamos sentados na margem de uma floresta constituída de larícios e pinheiros muito velhos, que cobre esta colina de arenito; das rampas ao sul podemos ver um vasto panorama do belo interior, que se estende até South Downs.

Uma atmosfera de alegria e jocosidade espontâneas pervade toda a atividade dos vários membros da evolução dévica que se encontram nestas redondezas.

Há um forte vento sudoeste, no qual os silfos são vistos brincando; suas cabriolas consistem de corridas longas, rápidas e diretas no vento por quilômetros e quilômetros até que se perdem na distância; ou de rotações, volteios, e súbitas partidas verticais, seguidas por mergulhos de tirar o fôlego, que cessam abruptamente logo acima do topo das árvores, e de novo seguidos de subidas igualmente rápidas milhares de metros no ar. Aqui e ali, grupos se juntam em uma selvagem dança aérea, com suas auras se projetando atrás deles como se sopradas pelo vento, seus olhos selvagens de excitação; intoxicados de alegria, dançam em grandes círculos, subitamente formados e subitamente desmanchados, exultando no poder e energia vital de que seu lar aéreo está carregado nesta maravilhosa manhã de primavera.

Sob estas condições eles perdem frequentemente toda a semelhança com a forma humana, parecendo se tornar turbilhonantes massas de força e energia vital, nas quais subitamente aparecem graciosas formações do feitio de asas, longas curvas fluentes, uma sugestão de braços ondulantes, e de cabelo flutuando no vento; muitas vezes aparecem dois olhos coruscantes, e uma face de beleza transcendente, combinando em sua expressão um ar completamente impossível para o gênero humano, exaltação, êxtase intoxicante, e uma virilidade e poder ferozes. Agora mesmo um se detém, pairando tão perto que parece encher os céus com sua aura brilhante e dominar todo o campo de visão com sua dinâmica presença; num átimo já se vai, desaparecendo na distância remota, cobrindo léguas e léguas das “vastas savanas azuis” em um único segundo; ele parece guiado por uma energia e carregado de um poder sobre os quais ele mesmo não tem senão controle parcial, como se tivesse se embriagado tão profundamente de vitalidade aérea – do poder do vento que sopra ao longo dos descampados, fazendo os abetos cantarem com aquela longa e soluçante canção que é tão estranhamente parecida com o distante murmúrio do mar – que era incapaz de manter uma posição estacionária.

O contato com a consciência do silfo nestas condições me sugere um estado de energia concentrada similar àquele encontrado dentro do átomo; produz a sensação de compressão, de um ponto de quase explosão, de energia incalculável, atemorizante em sua potência, embora inofensiva porque é confinada a canais prescritos de fluxo. Fico quase oprimido pelo contraste entre esta vívida existência e nossa vida humana na carne, que parece tão torva e limitada dentro destas formas humanas pesadas e irresponsivas. Mesmo no nível mental, por exemplo, eu não teria chance alguma numa corrida com um silfo, pois enquanto eu estivesse ainda planejando partir, ele já teria alcançado a linha de chegada. A própria matéria de seu corpo é viva e infusa de energia e movimento; pareceria que, enquanto para nós é preciso exercitar a vontade para nos movermos, com alguém como ele, que recém encheu e inundou a atmosfera perto de nós com sua vívida presença, o oposto é verdadeiro, pois parece quase impossível permanecerem parados.

Mas enquanto tento esta descrição, sou forçado à conclusão de que isto deve se restringir a certos membros da família dos silfos, pela esplêndida visão de um deva pairando, relativamente imóvel, a cerca de 700 metros acima do solo. Com cinco a seis metros de altura, ele é banhado de uma radiante opalescência branca, que parece atuar continuamente através e sobre ele. Estudando este fenômeno mais de perto, a força, da qual ele é uma expressão, parece brotar de dentro da forma central – humana, e como se revestida desta radiância branca – ao longo de toda a altura e continuamente fluir para fora em ondas para as bordas da aura. A cor predominante muda continuamente, como a de uma opala que é atingida pela luz do sol, embora infinitamente mais delicada; agora um azul, agora um rosa, agora um verde maçã suave, atravessam e inundam toda a aura, enquanto que a nobre cabeça e face permanecem num rosa delicado. Os braços estão levemente estendidos para os lados; nesta atitude, com o poder emanando dele em todas as direções e alcançando distâncias variando de nove a dezoito metros desde a forma central, este grande deva “paira” no alto do céu. 

Ele parece uma vez ter pertencido à ordem dos silfos e ter evoluído para além da sua raça. Em volta, acima e abaixo dele, brincam seus irmãos mais novos, fazendo sua pose mais marcada pelo contraste com sua ágil mobilidade, seu rápido deslocamento através do espaço.

Uma vez mais a ordem hierárquica é revelada, pois ele parece ser um deva avançado, de algum modo responsável pelas vidas e progresso evolucionário de seus irmãos. A despeito da intensa concentração dos níveis superiores de sua consciência, ele conscientizou-se de minha tentativa de contatá-lo, e seu reconhecimento em resposta encheu-me com tanto de seu poder quanto sou capaz de receber. O efeito é interessante de observar; meus corpos astral e mental – temporariamente iluminados – tendem a se arranjar em uma disposição algo semelhante à sua própria; sua força “desce” dos níveis causais e emerge de dentro de meus corpos astral e mental, carregando-os com poder e então fluindo para fora até as bordas; mesmo aqui embaixo no físico denso atua uma forte vibração.

O deva é o centro de considerável atividade entre os silfos, grupos dos quais estão continuamente se aproximando dele; parece que alguma forma de comunicação tem lugar entre ele e os demais, após o que eles partem para suas várias esferas de atividade. Alguns deles são devas da natureza e estão ligados ao reino vegetal. Embora sua consciência seja ativa nos níveis mentais inferiores, sua forma é visível no astral, e a maioria daqueles que se aproximam dele o fazem neste nível. São devas de bosques e árvores, brilhantemente coloridos, muitos dos quais mostram em suas auras a forma e cor da árvore ou bosque a que estão ligados; alguns deles evidentemente são associados a árvores frutíferas ora em floração, e suas auras apresentam as cores do pomar ou da árvore em plena florada.

Evidentemente a associação do espírito da natureza com uma árvore tem o efeito de imprimir a forma da árvore em sua aura, seja por um sistema de repercussão ou através da forte auto identificação mental do espírito da natureza com a árvore; deste modo eles parecem carregar seu trabalho com eles até seu chefe, que assim pode observá-lo, e corrigi-lo, bem como influenciá-lo diretamente.

O leitor pode ter alguma dificuldade em conceber um deva, cuja aura contenha a forma e cor de, digamos, uma macieira em flor. Seguindo um destes espíritos da natureza até seu trabalho, vejo que ele se “estabelece” dentro da árvore, o que lhe permite envolvê-la completamente com sua aura. Aparentemente ele fica nesta posição por consideráveis períodos de tempo, influenciando o desenvolvimento da consciência vegetal, bem como a de espíritos da natureza menores, pela contínua atuação de suas próprias forças vitais mais vívidas. 

Como resultado deste método de trabalho, a contínua atuação das forças vitais da árvore – ao longo das linhas fixas do tronco, galhos, ramagem, folhas e flores – se imprime na aura. O efeito é dos mais belos quando um número destes espíritos da natureza sobe juntos de um pomar, levando no ar duplicatas de suas incumbências junto com eles; enquanto pairam, ainda mantendo-se mais ou menos juntos, cada um subindo e descendo um pouco, são formadas ondas destas réplicas brancamente floridas; então, como se sob algum sinal, toda a companhia se mobiliza e sobe até dentro da aura do deva, levando consigo a atmosfera de beleza, alegria e a frescor primaveril da Natureza recém-desperta. Ele parece inspecionar e então abençoar; algumas vezes ele envolve um indivíduo ou grupo mais intimamente dentro de sua aura e os mantêm lá, liberando-os mais tarde. Eles parecem um voo de magníficos pássaros quando voltam aos seus respectivos deveres.

De certo modo isto o afeta, e sua aura aumenta de tamanho e brilho à medida que este trabalho prossegue. Correntes de luz procedem dele até o solo quando sua bênção é trazida através do ar por seus serviçais, e todo o fenômeno de seu “trabalho matutino” começa a assumir proporções além do poder de minha pobre pena descrever, e também de minha mente compreender.

Com o risco de materializar toda a concepção, eu poderia compará-la a uma enorme empresa, cujo diretor controla e guia suas atividades através de seus muitos agentes, ele próprio permanecendo dentro da privacidade de seu escritório. Mas diferente dos negócios modernos, contudo, todo este vasto campo de trabalho é banhado por uma atmosfera de júbilo extraordinário, de completa cooperação natural e implícita aceitação do líder e obediência às suas ordens.

Do topo desta colina vemos abaixo as planícies de Surrey e Sussex, que se estendem para oeste, sul e leste, naquilo que é chamado “o jardim da Inglaterra”. A experiência que estive descrevendo me fez perceber a adequação do termo, e também deu-me uma mais larga apreciação do trabalho da hierarquia dévica no cumprimento do plano do Grande Jardineiro do Universo.


Fonte: Livro O Reino Das Fadas – Geoffrey Hodson - Primeira Edição em 1927 - The Theosophical Publishing House - (Londres).



18 de junho de 2017

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 07 - ARRUDA



EPISÓDIO 07

O episódio de hoje está sendo dedicado a uma planta muito poderosa e bem conhecida, a Arruda, com propriedades incríveis que você verá a seguir, mas tenha cuidado ao usá-la.

Tem origem na Europa Meridional. Cultivada em várias regiões do mundo como planta medicinal e tradicional. Desde a mais remota antiguidade a arruda (Ruta graveolens L.) foi tida na Europa e África com planta mágica, usada em rituais de proteção, especialmente em  crianças, contra o mau-olhado, defesa contra doenças e para a realização de sonhos e desejos. A planta toda exala um forte cheiro, gerado pela presença de seu óleo essencial.




Fitoenergética




A arruda é um dos maiores termômetros de ambientes pois, quando plantada, indica a qualidade da energia local, que pode ser medida pela vitalidade da planta. Não vai bem na presença de pessoas não realizadas ou frustradas. Já quando utilizada nos compostos fitoenergéticos, ajuda a liberar o choro reprimido e a tristeza interiorizada. Dá força para superar os desejos não realizados, elimina a frustração e o sentimento de fracasso, ajuda a limpar traumas e insatisfações que tornam a pessoa amarga, reclamona e chata.

Emite vibrações positivas

Esta poderosa erva transforma as energias negativas que ela absorve em vibrações positivas, ajudando a criar um ambiente sereno e agradável. A arruda ainda transmite calma e ajuda a aflorar o poder da vontade, contribuindo para uma vida pacífica e próspera.

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Segue abaixo um vídeo da Amanda Dreher com uma TÉCNICA DE LIMPEZA EMOCIONAL utilizando o óleo essencial da Arruda, mas pode-se usar um galhinho da mesma também.


Também temos uma dica da querida Tânia Campos, colaboradora dessa série, uma técnica para melhorar a visão:

Diz ela: "Ter um pé de arruda plantado perto da casa facilita! Acordar cedo, para aproveitar o orvalho que fica nas folhas da arruda, aproximar o rosto da planta e balançar um galho com um movimento de baixo para cima fazendo com que as gotas respinguem dentro dos olhos como se fosse um colírio"

Ela aprendeu essa técnica com uma senhorinha que a faz diariamente e já tem 80 anos, enxergando muito bem!

Acredito que não é necessário nem mesmo encostar a planta nos olhos, apenas deixar pingar o orvalho mesmo, funciona como um condutor de energia! "Energia em forma de colírio!" diz ela.


Propriedades Medicinais

- Adstringente;
- Analgésica;
- Anti-asmática;
- Anti-epiléptica;
- Antiespasmódica (reduz contrações musculares involuntárias);
- Anti-helmíntica (elimina vermes);
- Anti-histérica;
- Anti-inflamatória;
- Antinevrálgica (redução de dores do sistema nervoso);
- Bactericida;
- Calmante;
- Carminativa (eliminador de gases intestinais);
- Cicatrizante;
- Anti-fungos (ajuda a tratar infecções causadas por fungos, como micose, dermatite e pé de atleta. Dependendo do caso, ela pode ser aplicada diretamente na pele para iniciar o processo de cura).
Eficaz contra veneno (esta erva funciona como um antídoto natural contra diversos tipos de veneno. Em caso de intoxicação, ela pode induzir o vômito antes que o veneno passe pelo processo digestivo e cause mais problemas, ela também é eficaz no caso de picadas de diferentes insetos e até de cobra, que contém veneno neurotóxico).

CONTRA INDICAÇÕES


É completamente contra indicado em gestantes, lactantes, para tratar hemorragias, cólicas menstruais e em quem tenha sensibilidade da pele.

Entre os efeitos secundários ou efeitos colaterais: conhecidos estão para além das hemorragias, contrações da musculatura do útero, com possibilidade  de sangramento e com conseqüente aborto, podendo levar inclusive à morte da gestante, fica presente no leite da lactante,  dores epigástricas, cólicas, vômitos, contração das pupilas e convulsões.

Portanto, tenha cuidado e responsabilidade ao usar essa planta.


Fonte: http://www.cultivando.com.br/plantas_medicinais_detalhes/arruda.html

https://nplantas.com/arruda-contra-indicacoes-e-efeitos-secundarios/

https://melhorcomsaude.com/usos-magicos-da-arruda/

Colaboração: Tânia Campos, Daniele Schutz, Nicole Fontana.

Bênçãos!
Namastê!


15 de junho de 2017

"SOBRE AS CONCHAS DO MAR" - CANALIZAÇÃO DE GABRIEL RL



"Recentemente (2016), um integrante da equipe Sementes das Estrelas, refletindo sobre as conchas do mar, questionou ao Gabriel RL se havia algum significado espiritual para as conchas, tendo em vista o sentimento mágico experimentado ao ter tido contato com uma delas. E então, nesse momento, os mentores trouxeram algumas informações sobre elas, que acreditamos serem interessantes de compartilhar"

"As conchas são como conectores entre os seres do Mar, bem como uma espécie de "marcadores" também. 


Quando estão dentro do Mar, elas são apenas mais um "objeto" do oceano, com sua importância específica.


Mas para os humanos, é como se fossem canais fonéticos dos seres marinhos com os humanos, como pontes de conexão com a Terra.

Por analogia, são o que poderíamos chamar de "telefones espirituais" para as pessoas da superfície.

Em uma profunda conexão, o humano pode pegar, pôr no ouvido e receber uma mensagem de um ser das águas, como por exemplo uma sereia, um príncipe do mar ou um golfinho.


Pode, no contato com a concha, até mesmo encontrar alguém que tenha desencarnado no mar. Isto é, encontrar o corpo, restos mortais, etc.


Ou no caso de um pescador, encontrar um lugar com mais peixes.

Tudo isso apenas em sintonia com uma "simples" conchinha.

Para os humanos, é uma concha, para um ser marinho, é como um cristal.

E elas estão conectadas umas às outras."

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Canal: Gabriel Raio Lunar

Veja mais canalizações, palestras, artigos e meditações de Gabriel RL Aqui


Bênçãos!
Namastê!



11 de junho de 2017

SABEDORIA DIVINA DA NATUREZA - EP 06 - HORTELÃ



EPISÓDIO 06

O episódio de hoje está sendo dedicado ao querido e muito conhecido, Hortelã, com propriedades incríveis, mas deve-se tomar cuidado, veja as contraindicações no final do post. 

A hortelã (Mentha) é uma planta de origem asiática, que hoje se tornou a planta mais usada em todo o mundo, principalmente devido a seu aroma, presente nas folhas. Ela pode ser encontrada atualmente na culinária e na composição dos mais diversos produtos que vão das clássicas gomas de mascar de hortelã, a remédios e até mesmo produtos de limpeza. Mas além do aroma bastante agradável, a hortelã possui diversas propriedades medicinais e fitoenergéticas, que, se aproveitadas da maneira correta, podem contribuir para uma boa saúde dos corpos físico, etérico, mental e espiritual.



Como fazer o chá de hortelã?



Para o preparo do chá é preciso uma quantidade considerável das folhas da hortelã.  As coloque numa chaleira ou panela comum e as deixe ferver por um período de cinco a dez (5 a 10) minutos, não mais que isso, pois as folhas podem perder parte de suas propriedades. Após a fervura o chá, que é servido à temperatura ambiente, pode ser adoçado a gosto, mas com moderação para que suas propriedades sejam preservadas. (É recomendado tomar QUALQUER chá sem uso de quaisquer adoçantes/açúcares, a pureza conserva as melhores propriedades, mas se for necessário adoçar use de preferência algo natural como o mel, agave, ou melado de cana, em pouquíssima quantidade).


Fitoenergética


Na Fitoenergética, o chá de hortelã:

- Abre caminhos na vida;
- Ajuda a entender e trabalhar dificuldades com o pai;
- Elimina a hipocrisia e a falsidade;
- Gera efeito analgésico;
- Elimina fibromas;
- Reduz o estresse;

- Ajuda a mudar o pensamento e a gerar vitalidade energética geral em casos de câncer.

CHÁ E SUA FUNÇÃO FITOENERGÉTICA


É a função do chá relacionada ao poder oculto, ou à energia sutil da planta que atua na alma humana, no campo dos pensamentos, sentimentos, emoções e até no campo espiritual.

Para usar a Fitoenergética, você também precisa saber combinar as plantas de acordo com as suas faixas de frequência e montar um composto com a polaridade correta. Contudo, uma simples oração no momento do preparo já será suficiente para que a fitoenergia seja ativada.

Veja abaixo uma técnica bem interessante para eliminar a confusão mental e expandir a consciência através do hortelã postada pelo Canal Luz da Serra


Propriedades Medicinais


1 - Uma das principais qualidades da hortelã é que ajuda a combater problemas digestivos, graças às suas propriedades antiespasmódicas e carminativas. Recomenda-se tomá-la em infusão em caso de indigestão, flatulências, cólicas, etc.
No entanto, é importante referir que o consumo de grandes quantidades de hortelã pode gerar problemas gastrointestinais, pelo que não se recomenda o seu consumo a pessoas que tenham úlcera, acidez estomacal ou problemas gastrointestinais.

2 - Além disso, também funciona como expectorante, é benéfica para tratar as doenças respiratórias. Devido ao conteúdo em mentol, se tornará bastante útil no caso de mucosidade nas vias respiratórias, de modo que se recomendam as infusões de hortelã no caso de resfriado, sempre com uma consulta médica anteriormente.

3 - Outra das propriedades da hortelã é o fato de atuar como antisséptico e analgésico, por isso, um dos seus usos externos é a limpeza e tratamento de feridas. Da mesma forma, misturando infusão de hortelã com azeite conseguiremos um bom remédio contra as queimaduras.

4 - Também se pode usar esta erva medicinal para combater as dores menstruais, uma vez que a hortelã atuará como antidismenorréico.


Contraindicações

Por fim, é sempre bom lembrar que é preciso ter cuidado no consumo de plantas medicinais. As mesmas não podem ser usadas de modo irrestrito e por conta própria quando se fala de algum tratamento à base destas plantas.

Seu consumo é contraindicado para crianças, devido à sua mucosa ainda ser bastante sensível, podendo ser irritada pela planta que pode vir até a causar falta de ar.

A Hortelã é contraindicada para grávidas, mulheres a amamentar, crianças com menos de 5 anos e pacientes com refluxo ou hérnia de hiato.

Fique sempre atento à dosagem. Os efeitos colaterais da Hortelã podem incluir alterações no trânsito intestinal, como diarreia ou prisão de ventre ou reações de alergia, com sintomas como vermelhidão, coceira e urticária na pele.


Fonte: https://www.chabeneficios.com.br/cha-de-hortela-conheca-seus-beneficios-e-propriedades/

https://saude.umcomo.com.br/artigo/quais-sao-as-propriedades-da-hortela-2476.html

https://www.tuasaude.com/hortela/

http://www.luzdaserra.com.br/cha-de-hortela-poderes-ocultos-e-funcao-fitoenergetica

GIMENES, Bruno J. Fitoenergética – A Energia das Plantas no Equilíbrio da Alma. 6ª ed. Nova Petrópolis: Luz da Serra Editora, 2012.

Colaboração: Tânia Campos, Daniele Schutz, Nicole Fontana.

Bênçãos!
Namastê!


8 de junho de 2017

PINTURAS MEDIÚNICAS REPRESENTANDO DEUSES DE MONTANHAS (SERES ALTAMENTE EVOLUÍDOS)


Segue abaixo algumas pinturas feitas pela Senhorita Quail sob orientação do autor/canal Geoffrey Hodson. Trecho retirado do livro:

"A quinta parte deste livro consiste das admiráveis pinturas da Senhorita Quail e de minhas observações sobre elas. Como as fez segundo minhas descrições, ela é somente responsável por sua execução, não por sua composição, cor ou forma.

A reprodução exata da aparência dos Deuses é, de fato, impossível por meio da tinta aplicada a uma superfície plana. 

Luz ou fogo colorido movendo-se em três dimensões seria necessário para produzir o efeito de intenso brilho, transparência, delicadeza, e a características de constante movimento das formas radiantes e auras brilhantes dos Deuses. A despeito do cuidado especial e reiterada observação, é quase impossível a exatidão da descrição destes seres para alguém de minha limitada faculdade de clarividência. As mudanças contínuas nas cores e em sua disposição, na direção do fluxo das forças áuricas e nos variáveis modelos produzidos, tornam imensamente dificultosa a exatidão."

"As ilustrações representam Deuses habitando estes grupos de mundos. Nos mundos sem forma, onde as auras predominam sobre os corpos, aparecem como brilhantes centros de força, rodeados de fluentes energias de muitos (matizes, quase encobrindo a forma interior. Nos mundos da forma é maior a sugestão da forma altiva ou bela. Por esta razão, as auras externas foram omitidas de muitas das
pinturas. Em todos os casos, deve-se lembrar, os Grandes Deuses estão envoltos em extensas auras de muitas tonalidades brilhantes."

LÂMINA 8

UM DEUS MONTANHÊS




Aqui está reproduzido um Deus da montanha intimamente associado ao elemento ígneo (fogo). Foi observado na montanha de Loskop, perto de Harrismith, no Estado Livre de Orange, África do Sul. A notável disposição das forças áuricas e o colorido brilhante são únicos em minha experiência. Ambos estão bem reproduzidos neste lindo exemplar da arte da Senhorita Quail. A figura central na ocasião da observação estava parcialmente dentro da montanha e tinha uns cinquenta pés de altura. Uma bem extensa aura externa omitida, brilhava com tonalidades similares, porém mais delicadas.

LÂMINA 9

UM DEUS MONTANHÊS



Este ser foi observado na Cordilheira de Drakensberg, em Natal. Duas das mais surpreendentes características eram o notável efeito em forma de mitra produzido pela irrupção de forças do alto da cabeça e ombros, e os brilhantes centros de força em forma de quatro funis na região do plexo solar através dos quais fluíam forças, que penetravam montanha abaixo. Os eixos dos funis girando rapidamente formavam uma cruz de braços iguais, que se uniam dentro da forma do Deus e apontavam para a frente, para trás, para a direita e para a esquerda. Nesta gravura está bem reproduzido o efeito de translucidez, característica de todos os Deuses. No processo, entretanto, a impressão do tremendo poder do Deus e da passagem através dele em alta voltagem de potentes energias do alto, e também do brilho e radiação, talvez não esteja apanhada tão adequadamente como em outras pinturas.

Observando este Deva durante dias sucessivos, lembrei-me sempre da visão de Ezequiel (Arcanjo Zadkiel). Algumas correntes em sua aura estavam dispostas em forma de asas apontadas para o alto, muito mais tridimensionais do que o que poderia sugerir qualquer pintura. Os chakras recebiam e comprimiam as energias descendentes, que eram dirigidas pelo interior da montanha abaixo. A forma central neste caso tinha pelo menos sessenta pés de altura, sendo um dos mais majestosos e esplêndidos membros desta Ordem de Hostes Angélicas que jamais tive o privilégio de contemplar.

LÂMINA 10

UM DEUS MONTANHÊS



Este Deus também foi observado na Cordilheira de Drakensberg, em Natal, presidindo a região conhecida como o "Anfiteatro em Mont Aux Sources". Mais de uma vez tinha percebido a evidente semelhança de tipos e aparências nos vários Deuses de uma cordilheira de montanhas. A comparação com a gravura nove (9) revela a semelhança entre os dois Deuses da Cordilheira de Drakensberg. Em ambos, as irradiações semelhantes a asas e os centros de força vortiginosos ou "rodas", intensamente brilhantes, são características comuns, realmente notáveis. O Deus é mostrado na fase de expansão, as asas áuricas expandindo-se pelo menos meia milha de um cume a outro, enquanto que o fluxo das energias que descem tem uma extensão muitíssimo maior. Nesta gravura está incluída parte da aura exterior. A forma central tem pelo menos sessenta pés de altura.

LÂMINA 11

UM DEUS MONTANHÊS




Esta gravura representa o Deus que preside a uma cordilheira de montanhas, e que foi observado no alto, acima de um dos picos das montanhas dos Hotentotes, na Província do Cabo da Boa Esperança, África do Sul. À medida que eu observava e fazia minha descrição à artista, o fluxo descendente de força era tão grande e tão brilhante que quase encobria a forma e aura do Deus. As principais cores mostradas eram alfazema, dourada e branca, ao passo que a forma central do Deus e a aura que imediatamente a circundava brilhavam naquelas tonalidades com uma radiação ofuscante, quase impossível de reproduzir. A irrupção da força ígnea e dourada acima da cabeça era particularmente brilhante, emprestando ao Deus a aparência de majestoso Rei Deva, cingindo uma coroa de chamas. Em todos os casos de direção dévica de energias naturais, por mais prodigiosa que seja a emanação de forças, o Deus dá sempre a impressão de completo domínio das energias fluindo através e ao redor dele. A figura central tem pelo menos oitenta pés de altura.

LÂMINA 12

UM DEUS MONTANHÊS




Este Deus foi observado em um dos picos da Cordilheira "Table", na Península do Cabo da Boa Esperança, África do Sul. Evidentemente tem estreita afinidade com o elemento ígneo. Esta gravura somente mostra a aura e forma internas em fase de contração, durante a qual está atraindo para si o poder ígneo universal. Este ele a dirige em uma corrente concentrada, como uma energia estimuladora, para a vida e consciência do mineral subjacente na montanha embaixo.

As correntes em fluxo ascendente acima da cabeça foram ampliadas em um formato de taça ou concha de chamas, atingindo grande altura nos céus. Energias ígneas atuavam neste cálice áurico, do qual passavam através da forma em grandes lençóis, correntes e relâmpagos para a atmosfera circundante e a montanha embaixo. Na fase de expansão, o Deus apresentava a aparência mais magnificente. As forças áuricas assemelhavam-se a línguas de fogo atingindo centenas de jardas em todas as direções, como se ele permanecesse de pé em meio de uma poderosa conflagração. A figura central tem cerca de sessenta pés de altura.

LÂMINA 13 e LÂMINA 14

UM DEUS MONTANHÊS




Este Deus foi observado na Província do Cabo da Boa Esperança, perto de uma saliência conhecida como "Castle Rock", bem acima do Jardim Botânico de Kirstenbosh. Aparentemente, o estabelecimento do Jardim nesta área ofereceu-lhe oportunidade de estender suas operações além da consciência e formas do mineral e arbustos da montanha, até as de muitas plantas floridas, silvestres e cultivadas. Pois, ao estudá-lo para o fim destas gravuras, percebi que sua linda aura de cor de alfazema verde estava frequentemente super dilatada, em um grande impulso de força para incluir todo o Jardim.

A energia criadora fluindo depois através da aura do Deus, produz dentro dele as formas geométricas mentais nas quais se fundamentam os tipos das plantas e flores. Esta especialização e intensificação explanadas na Parte I, Capítulo III, aumentam a capacidade produtora de formas, da força e pensamento criadores universais. Os devas das plantas e os espíritos da natureza recebem igualmente estas forças, especializando-as depois e aumentando exatamente o seu poder para reproduzir na matéria etérica e física as formas vegetais concebidas pela Mente Superior.




Os Grandes Deuses e seus subordinados individualizados executam este trabalho deliberada e auto - conscientemente, como servidores da Vontade Una. Os espíritos da natureza servem instintivamente em resposta aos impulsos naturais para eles, fortalecidos na ocasião por seus devas superiores. Os ultramicroscópicos construtores e os espíritos da natureza maiores executam de todo inconscientemente sua parte neste processo criador. Eles brincam com e entre as energias criadoras e as formas que produzem primariamente na matéria etérica. Todavia, sua brincadeira é toda proposital, embora estejam desapercebidos do fato, pois seus movimentos cortam linhas de força no éter com as quais delimitam as áreas e centros moleculares, e a posterior formação celular. Todos estes processos e atividades ocorrem no interior da consciência do Deus que as preside.

A segunda gravura, de perfil, mostra em parte a disposição das energias áuricas internas do Deus da Montanha, cuja estatura é de cerca de sessenta pés. A aura externa está omitida.

LÂMINA 15

O DEUS DE UMA CORDILHEIRA NEVADA




Nesta pintura tentou-se retratar o segundo dos dois Deuses da Sena Nevada na Califórnia, mencionado na Parte II, capítulo I. A fim de mostrar a disposição concêntrica, o colorido e brancura ofuscantes da esfera exterior, fez-se um corte transversal no centro da aura. A forma dévica tem aproximadamente cinquenta pés de altura.

Mais sobre os Deuses de Montanhas e uma mensagem das alturas você encontra Aqui neste link.


FonteLivro O Reino dos Deuses – Geoffrey Hodson. EDITORA PENSAMENTO - São Paulo.

Título do original inglês: The Kingdom of the Gods - Theosophical Publishing House, Adyar, Madras 6000 20, Índia.

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6 de junho de 2017

DEUSES DE MONTANHA E UMA MENSAGEM DAS ALTURAS



Num simples planeta, como a nossa Terra, os Arcanjos e anjos Solares são representados por Deuses planetários correspondentes. Além destas Inteligências criadoras maiores, há anjos presidindo divisões e áreas da superfície da Terra. São denominados Anjos de Paisagens, e estão parcialmente ligados aos processos criativos evolucionários dos reinos da Natureza, mineral e vegetal. Uma montanha é um corpo, um organismo vivo, evolucionante, como certamente o é toda a Terra, na qual estão encarnados os Três Aspectos do Logos. Pelo menos, três processos ocorrem dentro e em torno de cada montanha: a criação e evolução, pela ação do Pensamento-Vontade Divinos de átomos, moléculas e cristais de que a montanha se forma, a vivificação da substância e forma pela subjacente Vida Divina, e o despertamento e desenvolvimento da consciência mineral encarnada. Em cada um destes processos a Natureza é assistida por hostes de espíritos da Natureza e de Deuses, trabalhando sob a direção de um Oficial responsável, que é o Deus da montanha (um Deva altamente evoluído). Quando um pico é parte de uma cordilheira, toda esta, por sua vez, será presidida por um Ser de bem maior evolução, da mesma Ordem que a dos Deuses dos picos isolados.

A aparência destes Seres é a mais magnificente, como se mostra nas ilustrações da Parte V deste livro (próxima postagem da semana com as imagens, posteriormente deixarei Aqui o link), muito aquém da realidade, apesar da perícia da artista. De enorme altura, frequentemente atingindo de 9 a 18 metros, o Deus da montanha é circundado de todos os lados por precipitantes forças áuricas, brilhantemente coloridas. Estas fluem da forma central, em ondas, redemoinhos e vórtices, variando continuamente de cor, em resposta às mudanças de consciência e atividade. O rosto é, em geral, mais claramente visível que o resto da forma, que não raro é velada pelas energias fluentes. As feições são sempre vigorosas, e contudo lindamente modeladas. A testa é ampla, os olhos afastados e fulgurantes de força e luz. Enquanto no homem os chakras do coração e do plexo solar são distintos, nos Deuses da montanha e em outros são algumas vezes conjugados, para formar um brilhante centro de força frequentemente em cor de ouro, do qual nascem e fluem muitas das correntes de força. Ocasiões há em que estas correntes tomam a forma de grandes asas estendidas por centenas de jardas de ambos os lados da majestosa figura.

Ainda que tais Deuses vivam intensamente suas próprias vidas entre seus pares, nos superiores mundos super-físicos, parte de sua atenção está quase continuamente voltada para a montanha embaixo, para o interior da consciência e vida adormecidas, às quais enviam continuamente correntes de força estimulantes e vivificadoras. Ocasionalmente, a fim de executar mais rápida e eficazmente suas funções vivificadoras, um Deus descerá profundamente até o duplo mental-astral da montanha, suas potentes energias unificadas com as forças criadoras de que a substância e a forma da montanha são produtos, sua vida fundida com a Vida subjacente e sua consciência una com a Mente Divina encarnada. Depois de algum tempo ele reaparece e reassume sua alta posição, no alto do pico.

Como foi dito acima, os Devas de picos isolados estão subordinados a um Deus ainda mais elevado, o qual, embora maior e mais brilhante, parece-se com seus subordinados e executa funções similares para toda a cordilheira e paisagens adjacentes. Tais grandes Deuses da Natureza não estão usualmente interessados no homem, nem tampouco demonstram conhecimento da vida humana e de suas maneiras de pensar. Intensamente concentrados em suas tarefas, eles são em geral remotos e impassíveis, tanto quanto os picos nevados. Alguns deles, entretanto, parecem ter tido contato com os homens em civilizações primitivas e ter conservado interesse pela evolução humana, e desejam, ocasionalmente, inspirar e aconselhar indivíduos e grupos humanos responsivos às suas influências. 

(Na minha singela opinião, a animação MOANA representa essa classe de Devas altamente evoluídos que parecem ter tido contato com civilizações humanas, com certeza é uma animação inspirada nas altas esferas e na vida incrível que este pequeno planeta sustenta).

MENSAGENS DAS ALTURAS




Entre os numerosos Deuses de montanha observados nas Montanhas da Sena Nevada, na Califórnia, os dois presentemente descritos mostraram interesse e conhecimento do homem. Acerca do primeiro destes Deuses, escrevi ao tempo da observação:

A grande esfera de sua aura externa resplandece branca como campos de neve à luz do sol, que ele atravessa majestosamente. Dentro da branca radiação e parcialmente velado por ela, brilha o verde profundo dos ciprestes, e também dentro destes, a dourada glória do sol meridiano. Então, cintila uma luz rosada, da mais delicada cor, seguida de azul celeste e por último da toda branca, radiante e divinal forma.

O rosto ostenta robustez, maxilar retangular e enérgico. Os "cabelos" assemelham-se a chamas adejantes e tremulantes, e no ar, em cima, uma coroa de radiantes energias impelidas para o alto, brilha com as cintilantemente coloridas jóias de seus pensamentos.

Uma tentativa para descobrir algo do conteúdo de sua consciência, e mais particularmente de seu ponto de vista relativo aos Deuses, à Natureza visível e à relação ideal do homem para com ela, deu-me a impressão da exposição de princípios sucessivos, cada um seguido de uma profunda pausa, em que a ideia é repisada e assimilada. O Deva parecia "dizer":

"O globo é um ser vivo, com poder, vida e consciência encarnados. A Terra respira. Seu coração bate. É o corpo de um Deus que é o Espírito da Terra. Os rios são como seus nervos, os oceanos grandes centros nervosos. As montanhas são as estruturas mais densas do gigante, cuja forma é o campo evolucionário do homem, e cuja vida interna e energias potentes são a moradia permanente dos Deuses”.

"O contato do homem moderno com a natureza é quase que exclusivamente através da ação e de seus sentidos exteriores. Pouquíssimos, dentre seus devotos humanos, se assemelham a ela em placidez, com os sentidos externos quietos e o interno desperto. Poucos são, pois, os que descobrem a Deusa atrás de seu véu terreno”.

"Há um valor na vida ativa, um poder e beleza no garbo externo da Natureza. Um poder muito maior e uma beleza muito mais profunda jazem sob seu véu, que só pode ser descerrado pela silenciosa contemplação de sua vida oculta”.

"O coração da Natureza, a não ser sua pulsação rítmica, permanece em silêncio. O devoto no santuário da Natureza deve aproximar-se de seu altar reverentemente e com mente tranquila, se deseja perceber o pulsar de seu coração e conhecer o poder dentro da forma”.

"Existe a entrada para seu templo, e há de ser encontrada em cada forma natural. A contemplação de uma simples flor pode levar o buscador a ingressar. Uma planta exibindo a simetria da Natureza, uma árvore, uma cadeia de montanhas, um pico isolado, uma correnteza de rio, uma cascata atraente, cada um e todos eles propiciarão à alma contemplativa do homem, uma entrada no reino do Real, onde mora o Eu da Natureza”.

"É na contemplação das formas exteriores da Natureza que se deve aproximar da entrada do seu templo. Auto-identificação com a sua Vida interior, profunda resposta à sua beleza exterior ou interior - eis os meios para ingressar no seu recôndito santuário”.

"Dentro, aguardam os Altos Deuses, os Seres atemporais, os perpétuos Sacerdotes, que oficiam durante todo o Dia criador dentro do templo, que é o mundo natural”.

"Poucos, demasiado poucos, encontram a entrada, depois que a Grécia se tornou uma ruína e Roma caiu em decadência. Os gregos da antiguidade viveram na simplicidade. As complexidades ainda não tinham aparecido. O caráter humano era reto, a vida humana simples, e as mentes humanas, se um tanto primitivas, eram sintonizadas com a Alma universal”.

"A roda gira. Os dias áureos retornam. A Natureza apela novamente para o homem que, se ouve, empenha-se em responder. O homem atravessou o ciclo de trevas, que se seguiu à queda de Roma. Contudo, envolvido em crescentes complexidades, ele perdeu o seu contato com a vida interna da Natureza. Para recuperá-lo, tem que pôr de lado tudo o que embote os sentidos, tudo o que é grosseiro, tudo o que é impuro e toda a indulgência. Deve aproximar-se do divino coração da Vida em silenciosa contemplação e com inteira sinceridade; só assim se pode encontrar esse coração."

Um segundo Deus da montanha, cuja figura aparece na Lâmina 15 (próxima postagem), foi assim descrito na ocasião:

Ali chegou das alturas um grande Anjo branco, cintilante como a luz do sol sobre a neve. Em todos os lados sua esvoaçante aura rutila com brilhantes matizes de rosa pálido, azul pálido, e delicados verdes e púrpura, ordenadas em faixas sucessivas desde o centro da forma até o final da aura. De sua cabeça se ergue e alarga uma ígnea força branca, e da traseira da forma emanam ondas de energia sugerindo asas áuricas.

O rosto é forte, viril, masculino. A testa é larga, os olhos afastados e coruscantes de poder. Os "cabelos" são formados de cintilações de chama, semelhantes a força ígnea alçando-se acima da cabeça. O nariz e o queixo são delicados mas fortemente modelados, os lábios cheios, todo o rosto impregnado de majestade e força da cordilheira. A forma em si é velada por correntes de fluente energia branca. A intervalos, por toda a forma e extravasante energia, reluz radiância branca, de brilho ofuscante com revérberos dos raios solares na neve.

Ele atende a meu apelo por luz, "falando" como se em um baixo*, profundo e ressonante, vibrante como se fosse a potência da própria Terra: 

"Os Deuses esperam a reunião consciente da mente do homem com a Mente Universal. A humanidade acorda lentamente. Cegados pela matéria, através dos séculos, poucos homens perceberam até agora a Mente dentro da substância, a Vida dentro da forma.

"Em busca de poder e riquezas os homens têm percorrido toda Terra, penetrado as florestas, escalado os picos e conquistado os desertos polares. Deixemo-lo, agora, buscar dentro da forma, escalar as alturas de sua própria consciência, penetrar suas profundidades, em busca daquela Força e Vida interiores, únicas pelas quais ele pode tornar-se forte em Vontade e espiritualmente enriquecido”.

"Aquele que assim abre sua vida e mente à Vida e Mente Universais, subjacentes em todas as coisas, entrará em união com elas, e a esse os Deuses aparecerão”. 

"Que ele deliberada e resolutamente assim medite:  “Poder universal”, “Vida subjacente”, “Mente onipenetrante”,  “Eu sou uno Contigo." 

"Deuses do Poder, Vida e Mente”, “Eu vos saúdo”.

“No Eu do Universo somos unos”. 

“Eu sou esse Eu, esse Eu sou eu."  

*Nota do Canal/Autor: Conquanto essas comunicações sejam puramente mentais, palavras e mesmo uma impressão de timbre vocal são algumas vezes transmitidas ao cérebro.

Confira Aqui as pinturas dos Deuses de Montanhas.


Fonte: Livro O Reino dos Deuses – Geoffrey Hodson. EDITORA PENSAMENTO - São Paulo.

Título do original inglês: The Kingdom of the Gods - Theosophical Publishing House, Adyar, Madras 6000 20, Índia.

Imagens: Gilbert Williams - Visionary Art

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